Posted by: APO | 3 July 2014

Os agricultores querem fazer-se ouvir


 

Os agricultores querem fazer-se ouvir

 

Os produtores de tabaco do Zimbabué, do Maláui, da Zâmbia, do Quénia e da África do Sul reuniram-se em Harare, capital do Zimbabué, durante os três últimos dias para debater questões que terão um enorme impacto sobre a sua subsistência

 

HARARE, Zimbabwe, July 3, 2014/African Press Organization (APO)/ Representantes dos produtores de tabaco do Zimbabué, do Maláui, da Zâmbia, do Quénia e da África do Sul, juntamente com representantes da Associação Internacional de Produtores de Tabaco (International Tobacco Growers’ Association, ITGA) (http://www.tobaccoleaf.org) apelaram a todos os governos, especialmente aos governos das regiões produtoras de tabaco, para que sejam incluídos nas discussões sobre políticas que terão um impacto direto nas suas vidas.

Descargar na Declaração dos Representantes dos Produtores de Tabaco Africanos : http://www.apo-mail.org/140703.pdf

 

Logo: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/logos/itga.png

 

Photo: http://www.photos.apo-opa.com/index.php?level=picture&id=1207
(O presidente da ITGA, Francois van der Merwe)

 

O presidente da ITGA, Francois van der Merwe, afirmou que os produtores de tabaco estão alarmados com o facto de as recomendações para o setor, propostas para a próxima Conferência das Partes (COP6) da Convenção-Quadro para o Controlo do Tabaco, penalizarem os produtores, os quais vêm esta cultura como uma forma de sair da pobreza e um modo de vida.

 

“As pessoas que definem estas políticas estão completamente alheadas da realidade e não conseguem reconhecer o contributo económico positivo da produção de tabaco em África”, afirmou van der Merwe. “Esta é uma cultura de elevado valor comercial e bastante adequada à agricultura de pequena escala, tendo mudado para melhor a vida de muitos agricultores africanos”.

 

Gavin Foster, presidente da Associação de Tabaco do Zimbabué (Zimbabwe Tobacco Association) realçou que a maioria do Tabaco produzido em África é exportado. “É natural que os produtores estejam preocupados com as iniciativas no âmbito da Convenção-Quadro para o Controlo do Tabaco, que vão no sentido de alterar a forma como o tabaco é tratado no sistema do comércio internacional”, afirmou Foster. “Se forem aprovadas, estas alterações impedirão os países produtores de tabaco, como o Zimbabué, de defender e beneficiar legitimamente dessas exportações.”

 

Segundo Van der Merwe, não foi dada palavra aos produtores de tabaco para exprimir os seus pontos de vista nem lhes foi dada oportunidade para abordar diretamente as partes que pretendem implementar estas medidas punitivas. “Pedimos aos governos, e a órgãos representativos como as Nações Unidas, que encetem connosco um diálogo construtivo em vez de nos deixarem de fora.”

 

Distribuído pela APO (African Press Organization) em nome da International Tobacco Growers’ Association (ITGA).

 

 

Contact:

Mabel Nyahangare

GTA & Associates, Zimbabwe

mabel@gtaworldwide.com

+263 712 635498

 

Hilda Matimba

GTA & Associates, Zimbabwe

hilda@gtaworldwide.com

+263 712 631 397

 

SOURCE 

International Tobacco Growers’ Association (ITGA)


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