Posted by: APO | 3 June 2014

DHL defende que negócios locais devem tirar proveito das novas oportunidades em África


 

DHL defende que negócios locais devem tirar proveito das novas oportunidades em África

 

CAPE-TOWN, South-Africa, June 3, 2014/African Press Organization (APO)/ Com sete das 10 economias com crescimento mais rápido no mundo a estarem localizadas em África(1), o continente está a tornar-se um lugar privilegiado para muitos negócios globais. De acordo com Sumesh Rahavendra, Director de Marketing da DHL Express, Sub-Saharan Africa (SSA) (http://www.dpdhl.com), embora o crescente interesse de interessados globais seja benéfico para o investimento estrangeiro, que é muito necessário, os negócios locais também devem ser encorajados a tirar proveito do aumento do crescimento económico do continente.

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(Sumesh Rahavendra, Director de Marketing da DHL Express, Sub-Saharan Africa (SSA)

 

O inquérito sobre a Atractividade de África de 2014 da Ernst & Young, divulgado na semana passada, revelou que África tornou-se o segundo destino no mundo mais atraente para o investimento, subindo do terceiro lugar a contar do fim em 2011. Em 2013, a percentagem global de investimento directo estrangeiro (IDE) em África atingiu os 5,7%, o valor mais alto numa década.

 

Rahavendra declara: “A ascensão de África tem sido bem documentada durante a última década e esta tornou-se uma das maiores fronteiras de comércio e investimento”. Ele destaca os mais recentes dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), que mostram igualmente a história do crescimento em África. O seu mais recente Panorama Económico Regional: África Subsaariana (ASS) (Regional Economic Outlook: Sub-Saharan Africa (SSA)) de Abril de 2014, revela que prevê-se um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) na Africa Subsaariana  de 5,4% este ano. 

 

Ele acrescenta que esta previsão de crescimento económico global é superada pelas perspectivas de muitos países africanos, especialmente estados com baixos rendimentos, como o Ruanda e a Serra Leoa, para os quais se prevê um crescimento de 7,5% e 13,9%, respectivamente.

 

O inquérito sobre a Atractividade de África de 2014 revelou que a África do Sul continua a ser o maior destino dos projectos de IDE. Contudo, países como o Gana, a Nigéria, o Quénia, Moçambique, a Tanzânia e o Uganda, têm vindo a tornar-se mais proeminentes nos radares dos investidores.

 

Por exemplo, os projectos de IDE em Moçambique cresceram a uma taxa anual de crescimento composta (compound annual growth rate, CAGR) superior a 30% desde 2007. Em 2013, Moçambique recebeu 33 projectos de IDE, correspondendo a um crescimento de 32% em comparação com o ano anterior. Enquanto os depósitos de carvão e as jazidas de gás offshore atraem investidores, os projectos de infra-estruturas também se destacam, com o país a ter actualmente mais de 32 mil milhões de dólares investidos em projectos de infra-estruturas activos. Um dos focos principais destes projectos inclui o desenvolvimento de estradas e redes de transporte ferroviário para ligar as reservas de carvão do país aos corredores principais, bem como a expansão de instalações portuárias.

 

Embora em 2013 tivéssemos assistido a um declínio no número de projectos de IDE em Angola, o país continua a ser o quarto maior destinatário de IDE. O país está concentrado em aumentar a sua infra-estrutura, especialmente aeroportos e portos, para atingir o seu objectivo de 4 mil milhões de dólares em investimentos não petrolíferos até 2017.

 

Rahavendra acrescenta que frequentemente o debate sobre investimento estrangeiro subestima o verdadeiro potencial de África, nomeadamente as suas pessoas e empresas. “Muitos empresários locais e pequenas e médias empresas (PMEs) têm imenso para dar aos seus respectivos países, em termos de serviços e crescimento económico sustentável”.

 

À medida que as economias crescem em África, o mesmo se aplicará à procura pelos seus serviços e esta procura oferecerá inúmeras oportunidades para empreendedores ambiciosos. “Assistimos a um aumento da despesa doméstica ao longo dos anos, resultando num aumento da procura dos consumidores, sendo esta uma óptima oportunidade para as PMEs preencherem as áreas que não estão a ser servidas pelas empresas globais de grandes dimensões. Temos mais de 25.000 PMEs que colaboram connosco em toda a África e trabalhamos diariamente no sentido de obter um melhor entendimento das suas necessidades e ajudá-las a chegar ao mercado global”.

 

A empresa de serviço expresso está a realizar um trabalho importante no aumento de conectividade para as PMEs no sentido de as ajudar a compreender a burocracia, legislação e conhecimento necessários para crescer além-fronteiras.

 

“Observamos cada vez mais que há clientes nos sectores do comércio e das telecomunicações que estão a expandir os seus negócios no continente e os empresários locais devem ser encorajados a aproveitar os mercados em crescimento no continente, de forma semelhante à abordagem das organizações internacionais. Na DHL Express, aumentámos a nossa presença comercial na África Subsaariana até alcançarmos mais de 2.600 pontos de venda. Outros sectores onde temos vindo a observar crescimento incluem bens de grande consumo, produtos de saúde, comércio, comida, telecomunicações e outras necessidades dos consumidores”.

 

Rahavendra diz ainda que a competitividade do continente pode ser prejudicada em termos do crescimento do fluxo de bens no próprio interior do continente. “Com redes rodoviárias e ferroviárias subdesenvolvidas e cerca de 12% das cidades servidas por apenas um voo por semana, a rede de infra-estruturas e a conectividade estão entre os desafios mais urgentes. Em 2014, uma das nossas principais prioridades continuará a ser o investimento em infra-estruturas e na nossa rede, pois temos noção de que para atingir crescimento, teremos de assegurar que temos instalações ao nível do que de melhor há no sector. As melhorias constantes das nossas operações de rede criarão as condições para atingirmos essas expectativas, mantendo ao mesmo tempo o nosso excelente nível de serviço”.

 

“É fundamental a existência de infra-estruturas abrangentes para assegurar a operação eficaz de uma economia e uma rede bem desenvolvida é vital para permitir que negócios locais e globais possam transportar os seus bens e serviços para o mercado de forma segura e atempada. A DHL, sendo um prestador de serviços de logística, permanece empenhada não só em ligar os outros a uma das maiores fronteiras do mundo, mas também em fazer do resto do mundo a próxima fronteira para África”, conclui Rahavendra.

 

(1) A.T Kearney African Retail Development Index.

 

Distribuído pela APO (African Press Organization) em nome da Deutsche Post DHL.

 

 

Contacto para a imprensa:

Megan Collinicos. Directora: Publicidade e Relações Públicas, África Subsaariana

DHL Express

Tel +27 21 409 3613 Telemóvel +27 76 411 8570

megan.collinicos@dhl.com

 

DHL – A empresa de logística para o mundo

A DHL (http://www.dpdhl.com) é líder  no mercado global na indústria de logística e “A Empresa de Logística para o mundo”. A DHL aplica o seu conhecimento no transporte internacional expresso, frete aéreo e marítimo, no transporte rodoviário e ferroviário, logística de contractos e serviços de envio internacional de correspondência para os seus clientes. Uma rede global composta por mais de 220 países e territórios e cerca de 285.000 funcionários em todo o mundo oferece aos seus clientes um serviço de qualidade excepcional e conhecimento local para satisfazer as suas necessidades em termos de cadeias de abastecimento. A DHL aceita a sua responsabilidade social ao apoiar a protecção ambiental, a gestão de desastres e a educação.

A DHL faz parte da Deutsche Post DHL. O Grupo gerou receitas de mais de 55 mil milhões de euros em 2013.

 

Para obter mais informação: www.dpdhl.com

Imagens para utilização disponíveis: http://www.dpdhl.com/en/media_relations/media_library.html

 

SOURCE 

Deutsche Post DHL


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