Posted by: APO | 31 March 2014

A GSK anuncia novos investimentos estratégicos em África para aumentar o acesso aos medicamentos, aumentar a capacidade e oferecer um crescimento sustentável


 

A GSK anuncia novos investimentos estratégicos em África para aumentar o acesso aos medicamentos, aumentar a capacidade e oferecer um crescimento sustentável

 

LONDON, United-Kingdom, March 31, 2014/African Press Organization (APO)/

–          Cria o primeiro Laboratório Aberto de I&D a nível mundial para aumentar a compreensão sobre doenças não transmissíveis e apoiar o desenvolvimento de novos medicamentos em África

 

–          Aumenta significativamente a presença ao nível do fabrico em África para construir a capacidade e aumentar a autossuficiência regional

 

–          Estabelece 25 cadeiras em universidades africanas para apoiar o desenvolvimento de competências e conhecimentos locais nas áreas da ciência, engenharia, saúde pública e outras áreas relacionadas

 

–          Compromete-se a formar mais 10 mil trabalhadores de serviços de saúde comunitários em toda a África subsariana

 

Logo GSK: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/logos/glaxosmithkline.jpg

 

A GSK (http://www.gsk.com) anunciou hoje uma série de novos investimentos na África subsariana concebidos para responder a necessidades de saúde prementes e contribuir para o crescimento empresarial a longo prazo. Num discurso no 5.º Fórum Empresarial UE-África, realizado em Bruxelas, o CEO da GSK, Sir Andrew Witty, anunciou a intenção da empresa de formar parcerias com governos de países africanos para ajudar a estimular mais investigação de doenças crónicas, aumentar a capacidade localizando o fornecimento de medicamentos e reforçando a infraestrutura dos cuidados de saúde.

 

Neste sentido, a GSK irá fazer investimentos direcionados até 130 milhões de libras em África nos próximos cinco anos, criando, no mínimo, 500 postos de trabalho e contribuindo para o desenvolvimento das capacidades e competências africanas. Desta forma, a GSK aumenta a base empresarial existente na África subsariana, que atualmente emprega 1500 pessoas em mais de 40 países, incluindo três unidades fabris locais existentes no Quénia, Nigéria e África do Sul.

 

Discursando na reunião, Andrew Witty afirmou: “Hoje, estamos a definir mais medidas para enfrentarmos o duplo fardo ao nível da saúde que África enfrenta – as doenças infeciosas e as doenças não transmissíveis emergentes – e ajudarmos a construir capacidades cruciais para sublinharmos o desenvolvimento do setor dos cuidados de saúde na região. Temos uma oportunidade única de proporcionar um valor social e económico importante a todas as comunidades nas quais trabalhamos, utilizando os nossos conhecimentos científicos e o nosso alcance global para desenvolvermos medicamentos inovadores e fornecê-los às pessoas que deles precisam em todo o mundo.

 

Com a atenção global virada para a forma como iremos suportar o desenvolvimento para além de 2015, este é o momento para as empresas desempenharem um papel mais ativo na contribuição para um futuro de África mais próspero, investindo nas infraestruturas, criando competências e capacidades para desbloquear o potencial humano e criar emprego. O nosso objetivo a longo prazo consiste em equipar África com as ferramentas necessárias para descobrir, desenvolver e produzir os medicamentos de que necessita.”

 

Apoiar o desenvolvimento de novos medicamentos para África

A GSK irá investir 25 milhões de libras na criação do primeiro Laboratório Aberto de I&D do mundo para doenças não transmissíveis em África. Esta iniciativa segue o sucesso do Laboratório Aberto da GSK de Tres Cantos, Espanha, que oferece aos investigadores independentes o acesso às instalações, recursos e conhecimentos da GSK para ajudá-los a avançar nos seus próprios projetos de investigação de doenças no mundo em vias de desenvolvimento, com a malária, tuberculose e leishmaniose.

 

O novo Laboratório Aberto de I&D para doenças não transmissíveis (DNT) em África permitirá que os cientistas da GSK colaborem com centros de investigação e científicos de toda a África a partir das instalações GSK de I&D de Stevenage no Reino Unido com vista à realização de investigação de alta qualidade nas áreas da epidemiologia, genética e intervenção para aumentar o conhecimento das DNT em África. Um conselho de administração independente de importantes cientistas e médicos irá supervisionar a implementação dos projetos de investigação de DNT num ambiente de inovação aberto, dinâmico e em rede.

 

O laboratório aberto pretende aumentar o conhecimento das variações das DNT observadas no contexto africano, que poderiam incluir, por exemplo, uma prevalência aparentemente superior da hipertensão resistente ao tratamento e cancros da mama mais agressivos em mulheres mais jovens. Espera-se que estes conhecimentos sirvam para informar as estratégias de prevenção e tratamento e que permitam aos investigadores académicos e do setor descobrirem e desenvolverem novos medicamentos para responderem às necessidades específicas dos doentes africanos.

 

O laboratório aberto irá apoiar diretamente a formação e educação de investigadores científicos africanos, que irão participar numa carteira de projetos, incluindo a construção de conhecimentos locais, criando uma nova geração de especialistas africanos em DNT, instigando em simultâneo um modo profundo de “pensamento africano” na própria organização de I&D da GSK.

 

Formar parcerias inovadoras para transformar o fornecimento de medicamentos em África

Durante os próximos cinco anos, a GSK procurará formar parcerias com vários países africanos com vista a desenvolver a capacidade e competências de fabrico nacionais. Assim, a GSK irá investir até 100 milhões de libras para expandir a sua atual capacidade de fabrico na Nigéria e no Quénia e construir cinco novas fábricas em África. De momento, a empresa está a rever possíveis localizações em vários países como o Ruanda, Gana e Etiópia e os locais selecionados serão anunciados a seu tempo e sujeitos a aprovação governamental.

 

As novas instalações serão construídas de acordo com as normas das boas práticas de fabrico (BPF) reconhecidas a nível global e irão fabricar produtos relevantes a nível local, como antibióticos e medicamentos para doenças respiratórias e VIH (em nome da ViiV Healthcare). O enfoque inicial será colocado no fabrico secundário com o objetivo de transferir a tecnologia, competências e conhecimentos necessários para o fabrico local de produtos mais complexos ao longo do tempo. As fábricas irão criar uma rede de indústria localizada e emprego local para uma força de trabalho altamente competente oriunda das comunidades vizinhas.

 

Para apoiar o aumento do fornecimento e fabrico local, a GSK irá criar até 25 cadeiras em universidades africanas em áreas relacionadas, como as ciências farmacêuticas, saúde pública, engenharia e logística. Estas funções irão facilitar o desenvolvimento de novos cursos, bem como de estágios e intercâmbios de estudantes e serão fundamentais para garantir que a capacidade de fabrico se mantém no continente para ajudar a atrair mais investimento para a área do fabrico.

 

A GSK também está a tomar medidas para melhorar e simplificar a sua cadeia de fornecimento com a criação de centros regionais, que irão ajudar a reduzir as ruturas de stock, e de parcerias de fornecimento locais para permitir que mais produtos e medicamentos da GSK cheguem a comunidades rurais desfavorecidas em África. Estas medidas irão ajudar a reduzir a dependência de África nos medicamentos importados, aumentando a segurança do fornecimento e reduzindo os custos de produção e transporte que, progressivamente, ajudarão a contribuir para uma redução dos preços.

 

Criar uma carteira personalizada de medicamentos para responder às necessidades de saúde específicas de África

A  GSK irá também otimizar a sua carteira de medicamentos para DNT trabalhando em colaboração com o seu parceiro local, a Aspen, e com os reguladores para aumentar o registo de medicamentos e vacinas na sua carteira existente, tais como o antibiótico Amoxil e o medicamento para as vias respiratórias Ventolin, sempre que ainda não exista.

 

Em simultâneo, a empresa continua a trabalhar no desenvolvimento de novos produtos concebidos para responder a necessidades específicas de África, como por exemplo, através do trabalho contínuo com parceiros para desenvolver a primeira vacina do mundo contra a malária e criar produtos nutricionais enriquecidos com micronutrientes para combater a subnutrição infantil.

 

Desempenhar um papel no reforço dos sistemas de saúde

A GSK também aumentará o seu apoio à formação de trabalhadores na área da saúde comunitária, reconhecendo o papel vital que desempenham no fornecimento de cuidados de saúde básicos a muitas comunidades. Como parte da sua iniciativa de reinvestimento de 20% de quaisquer lucros gerados a partir das LDC no reforço das infraestruturas de cuidados de saúde nestes países, a GSK já está a apoiar a formação de 15 mil trabalhadores de cuidados de saúde com as suas ONG associadas até ao final de 2014.

 

O compromisso da GSK para com a formação de trabalhadores de cuidados de saúde será agora expandida para incluir países de baixo e médio rendimento na África subsariana. Nos próximos três anos, a GSK irá formar parcerias com instituições de caridade para ajudar a formar e aumentar as competências de 10 mil trabalhadores de cuidados de saúde comunitários no Quénia,  Gana e Nigéria no âmbito da campanha “Um Milhão de Trabalhadores da Saúde”, uma iniciativa da ONU liderada pelo professor Jeffrey Sachs. O investimento será direcionado para o apoio às comunidades mais remotas e marginalizadas para ajudar a colmatar as desigualdades nos cuidados de saúde que existem mesmo nos países em rápido desenvolvimento.

 

Estas alterações dão continuidade aos passos dados pela GSK nos últimos seis anos para modernizar o seu modelo empresarial e ajudar a aumentar o acesso aos medicamentos nos países em vias de desenvolvimento. Assim, a empresa limitou os preços dos seus medicamentos patenteados a não mais de 25% dos preços praticados no mundo industrializado e investe 20% de quaisquer lucros realizados na formação de trabalhadores de cuidados de saúde nos países mais pobres do mundo em busca de modelos de inovação abertos para as doenças no mundo em vias de desenvolvimento.

 

Notas para os editores

•          A GSK tem um longo historial no mundo em vias de desenvolvimento. As suas vacinas estão incluídas em campanhas de imunização em 170 países em todo o mundo e dos 862 milhões de doses de vacinas administrados em 2013, mais de 80% foi enviado para utilização em países em vias de desenvolvimento.

•          Em 2013, a GSK doou quatro mil milhões de comprimidos de albendazole para tratar parasitas intestinais e filariose linfática, como parte do compromisso de longo prazo da empresa para combater doenças tropicais negligenciadas que afetam as populações nos países mais pobres do mundo.

•          A GSK formou uma parceria inovadora com a “Save the Children” para ajudar a salvar as vidas de um milhão de crianças a viver nos países mais pobres de África. A parceria combina os recursos e as capacidades das duas organizações para ajudar a fornecer medicamentos e vacinas a algumas das crianças mais pobres do mundo, para formar milhares de trabalhadores de cuidados de saúde e procurar combater a subnutrição infantil.

 

A GSK (http://www.gsk.com) – uma das maiores empresas farmacêuticas e de cuidados de saúde a nível mundial – está empenhada em melhorar a qualidade da vida humana permitindo que as pessoas façam mais, se sintam melhor e vivam durante mais tempo. Para mais informações, visite http://www.gsk.com.

 

 

Consultas da GSK:                           

Consultas para a comunicação social no Reino Unido:       David Mawdsley        +44 (0) 20 8047 5502       (Londres)

            Catherine Hartley      +44 (0) 20 8047 5502 (Londres)

            David Daley   +44 (0) 20 8047 5502 (Londres)

            Simon Steel    +44 (0) 20 8047 5502 (Londres)

                                  
 

Consulta para a comunicação social nos EUA:        Stephen Rea   +1 215 751 4394            (Filadélfia)

            Melinda Stubbee        +1 919 483 2510        (Carolina do Norte)

            Mary Anne Rhyne      +1 919 483 0492        (Carolina do Norte)

            Emily Beamer            +1 215 751 6622        (Filadélfia)

            Jennifer Armstrong    +1 215 751 5664        (Filadélfia)

                                  
 

Consultas de analistas/investidores: Sally Jackson +44 (0) 20 8047 5543 (Londres)

            Kirsty Collins (SRI e CG)     +44 (0) 20 8047 5534 (Londres)

            Tom Curry      + 1 215 751 5419       (Filadélfia)

            Gary Davies   +44 (0) 20 8047 5503 (Londres)

            James Dodwell           +44 (0) 20 8047 2406 (Londres)

            Jeff McLaughlin        +1 215 751 7002        (Filadélfia)

            Ziba Shamsi   +44 (0) 20 8047 3289 (Londres)

            Lucy Singah   +44 (0) 20 8047 2248 (Londres)

 

 

Nota de advertência relativamente a declarações prospetivas

A GSK adverte os investidores que quaisquer declarações prospetivas ou projeções realizadas pela GSK, incluindo as descritas neste anúncio, estão sujeitas a riscos e incertezas que poderão implicar que os resultados reais sejam materialmente diferentes dos projetados. Tais fatores incluem, mas não se limitam a,  os fatores descritos sob o Item 3.D “Fatores de risco” no Relatório Anual do Formulário 20-F para 2013.

 

Registada em Inglaterra e no País de Gales:

N.º 3888792

 

Sede social:

980 Great West Road

Brentford, Middlesex

TW8 9GS

 

SOURCE 

GlaxoSmithKline (GSK)


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