Posted by: APO | 4 February 2014

A Grindrod e a Northwest Rail Company estabelecem parceria para desenvolver a Copper Railway na Zâmbia


A Grindrod e a Northwest Rail Company estabelecem parceria para desenvolver a Copper Railway na Zâmbia

Copperbelt abrange a fronteira da Zâmbia do Norte com a RDC do Sul e está entre as mais ricas regiões geológicas desenvolvidas em África

LUSAKA, Zambia, February 4, 2014/African Press Organization (APO)/ A Grindrod Limited (http://www.grindrod.co.za), uma empresa prestadora de serviços logísticos e de carga cotada na JSE, por meio da sua subsidiária totalmente detida Grindrod Mauritius, anunciou hoje a oportunidade de trabalhar com a Northwest Rail Company Limited (“NWR”) para construir, operar e manter uma linha ferroviária com uma bitola japonesa de 590 km desde Chingola, no coração da antiga província de Copperbelt na Zâmbia, até à fronteira de Angola. Estes direitos exclusivos foram concedidos à NWR, uma empresa Zambiana, pelo Governo da Zâmbia em Julho de 2006. O acordo hoje assinado irá permitir que as partes concluam o estudo sobre a viabilidade bancária actualmente em curso.

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A linha ferroviária será construída em duas fases – na Fase I irá estender-se desde Chingola até às minas de Kansanshi, Lumwana e Kalumbila (uma via de 290 km) e a Fase II irá ligá-la à linha de Benguela na fronteira da Zâmbia com a Angola perto do Jimbe. O fim da Fase I é oferecer apoio ao tráfego de minérios existentes e de cobre acabado e o da Fase II é abrir um corredor directo até Lobito que irá permitir que a Zâmbia, um país sem costa marítima, importe petróleo directamente de Angola, e estimular uma maior actividade mineira na região de Copperbelt Ocidental.

O custo de capital estimado da Fase 1 é de US$ 489 milhões, ao passo que o custo estimado da Fase 2 do projecto da NWR é de US$ 500 milhões.

A equipa de Infra-estrutura e Grandes Projectos da KPMG desenvolveu, com êxito, o projecto com a NWR durante os últimos doze meses e facilitou o encerramento do negócio.

Sujeita à conclusão do estudo de viabilidade e qualificação bancária da Fase 1, a construção deverá começar durante 2014. “Tenho desenvolvido este projecto durante uma série de anos e as sinergias com as empresas da Divisão Ferroviária da Grindrod tornam a Grindrod o parceiro ideal no empreendimento conjunto, o que significa que seremos capazes que iniciar a construção deste projecto no mais curto espaço de tempo possível”, disse o ilustre Enoch Kavindele, um antigo Vice-Presidente da Zâmbia e fundador/proprietário da NWR.

A Divisão Ferroviária da Grindrod opera linhas ferroviárias e constrói, restaura e mantém locomotivas e vagões, fornece sistemas de sinalização ferroviária e constrói e mantém infra-estruturas para as vias. Disse James Holley, da Divisão Ferroviária da Grindrod, Director Executivo da Divisão, “Passámos os últimos anos a desenvolver as nossas habilidades ferroviárias e a aumentar a nossa capacidade de participar no crescimento do sector ferroviário de África. Isto permitiu-nos obter um posicionamento perfeito para aproveitar oportunidades como esta no continente Africano”.

Segundo Dave Rennie, Director Executivo da Divisão de Serviços de Carga da Grindrod – Portos & Ferrovias, “Este investimento irá permitir que a Grindrod extraia sinergias dos nossos investimentos existentes no corredor ferroviário Norte-Sul e das nossas operações portuárias em Maputo, Richards Bay e Durban. Vemos também um grande potencial na criação de uma pagassem Atlântica até à África Central através de Lobito e estamos ansiosos por desempenhar a nossa parte para tornar este projecto uma realidade com o desenvolvimento da Fase II”.

Copperbelt abrange a fronteira da Zâmbia do Norte com a RDC do Sul e está entre as mais ricas regiões geológicas desenvolvidas em África. A produção de cobre actual nesta área é responsável por cerca de 8% da produção mundial e a BMI International prevê um crescimento sustentado da indústria de cobre da Zâmbia de 5% por ano durante a próxima década.

Disse Dave Rennie, “Gostamos dos fundamentos económicos do mercado do cobre. Anteriormente, estivemos altamente centrados nos mercados dos minérios de carvão e ferro, pelo que isto nos fornece uma boa oportunidade de diversificar a nossa combinação de produtos de base a granel”.

As minas de cobre existentes localizam-se no Copperbelt Oriental e são servidas por fundições localizadas perto de Chingola (Zâmbia) e Lubumbashi (RDC). Iniciaram-se novos desenvolvimentos mineiros, e ainda mais estão planeados, na área de Copperbelt Central e Ocidental da Zâmbia, que necessitam de transportar minérios durante uma distância de até 300 kms para processamento. A infra-estrutura rodoviária é fraca e o custo do transporte rodoviário está a tornar-se proibitivo. Uma solução alternativa de transporte ferroviário será mais económica para a província do Noroeste da Zâmbia e muito menos prejudicial para o ambiente local.

Segundo Enoch Kavindele, “A Grindrod já provou ser um bom depositário dos activos estatais noutros locais em África e creio que, como Zambianos, podemos ficar satisfeitos por os termos como nossos parceiros neste projecto tão importante que irá criar milhares de postos de trabalho no país de acordo com a polícia do governo”.

Distribuído pela APO (African Press Organization) em nome da Grindrod Limited.

Para comentários adicionais:

James Holley

Divisão Ferroviária da Grindrod

Director Executivo da Divisão

Telefone:  +27 11 262 7302

Telemóvel: +27 (0)84 503 1252

E-mail: Jamesh@grindrod.co.za

SOURCE

Grindrod Limited


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