Posted by: APO | 21 October 2013

Existe um mundo de oportunidades para as empresas africanas, mas é vital conhecer as complexidades, afirma a DHL


Existe um mundo de oportunidades para as empresas africanas, mas é vital conhecer as complexidades, afirma a DHL

CAPE-TOWN, South-Africa, October 21, 2013/African Press Organization (APO)/ Com o crescimento da indústria do comércio eletrónico e a crescente facilidade de realizar negócios eletronicamente a nível global, não surpreende que cada vez mais empresas escolham operar além fronteiras para beneficiarem do potencial de geração de receitas que a exportação e importação de mercadorias oferece.

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Embora existam inúmeras oportunidades de negócio empolgantes, à medida que os mercados internacionais continuam a expressar o seu interesse em produtos/serviços locais africanos e vice-versa, o comércio internacional continua a ser um processo complexo que, se não for gerido corretamente, pode criar situações desfavoráveis para as empresas e seus parceiros, em particular, às pequenas e médias empresas que tentam beneficiar do mercado global.

Esta é a opinião de Oliver Facey, Vice-presidente de Operações na DHL Express África subsariana (http://www.dhl.com), que afirma que é importante para as empresas conhecerem os mais diversos regulamentos comerciais e as suas implicações no que respeita ao transporte de mercadorias pelas fronteiras africanas e fora delas.

Facey aponta para o último relatório do World Bank Doing Business 2013, que revelou que a África subsariana apresenta as melhorias mais acentuadas nas classificações em relação ao ano passado, à medida que as práticas regulamentares empresariais nos vários países convergem e colmatam a lacuna existente com as suas congéneres europeias. No entanto, a região continua a registar o pior desempenho, destacando os desafios que as empresas locais enfrentam no que respeita à compreensão dos requisitos de documentos e procedimentos alfandegários.

Como resultado, as empresas têm de compreender os requisitos alfandegários aplicáveis à origem e ao destino dos seus produtos de modo a minimizar quaisquer atrasos e custos adicionais de desalfandegamento que possam afetar adversamente os seus lucros e os níveis dos serviços de transporte esperados.

Facey oferece algumas indicações às empresas locais para ajudar a um processo de envio sem problemas. “Em primeiro lugar e acima de tudo, normalmente, os serviços alfandegários exigem o registo na qualidade de importador/exportador antes de permitir as transações internacionais. Em seguida, as empresas têm de se certificar de que têm a documentação correta.”

“Os documentos habitualmente necessários incluem certificados a declarar a origem dos produtos, uma vez que alguns produtos podem atrair taxas alfandegárias preferenciais dependendo do país de origem. Também existem mercadorias que requerem inspeção e desalfandegamento por outras agências governamentais, tais como a Inspeção Geral de Saúde, pelo que é imperativo apurar se as mercadorias estão a ser enviadas de países específicos que exijam autorizações adicionais.”

Também têm de ser fornecidas faturas que têm de ser apresentadas num formato específico e incluir a finalidade do produto (comercial ou não comercial) e um comprovativo do seu valor. “As alfândegas reservam-se o direito de parar, deter e inspecionar fisicamente qualquer envio que entre ou saia do país. Durante esta fase, sujeitam o desalfandegamento do produto a várias verificações, tais como avaliação para determinar se o valor pago ao fornecedor é, de facto, o valor declarado para fins alfandegários. Existem implicações legais, financeiras e de serviço se estes dados não corresponderem”, afirma Facey.

As mercadorias são codificadas através de um número de tarifa e, desta forma, é atribuído um código de Tarifa Harmonizada ao produto, que é o código que determina a taxa alfandegária a pagar sobre uma mercadoria específica.

“Outro aspeto a considerar é se existem quaisquer requisitos especiais para um país específico, tais como importações/exportações temporárias e restrições”, afirma Facey. “Existem mercadorias proibidas e restritas que só podem ser enviadas ou recebidas por um país ao abrigo de uma autorização ou licença, tais como produtos vegetais que exigem um certificado fitossanitário e substâncias agendadas que, normalmente, requerem uma certidão de uma comissão de controlo médico.”

Facey afirma que para assegurar um processo de transporte sem problemas para a empresa e para o cliente, é vital que as empresas garantam a rastreabilidade e a transparência no processo de transporte.

“Tal não só ajuda a manter o cliente informado, como também ajuda a empresa a evitar atrasos caso exista uma paragem no processo. Com o conhecimento de uma paragem em particular, uma empresa pode ajudar a resolver o problema rapidamente e com eficácia uma vez que, em algumas casos, os atrasos resolvem-se com o fornecimento de mais dados ou formulários.”

A velocidade da entrega necessária para o envio também tem de ser considerada ao avaliar as necessidades de transporte da empresa. “As empresas têm de aliar a necessidade de transporte às necessidades do cliente, que pode ser categorizado em termos de dimensão, urgência, custo, velocidade e complexidade do envio”, afirma Facey.

Devido às complexidades dos procedimentos e processos, recomenda-se obter assistência por parte dos prestadores de serviços adequados, que possam apoiar e aconselhar de acordo com as necessidades individuais das empresas. “Tal permite um bom conhecimento local e a assistência com os processos e procedimentos de libertação. Também é necessário garantir que todos os requisitos são cumpridos e compreendidos antes do envio, bem como gerir as expetativas e orientar os clientes por procedimentos, por vezes, muito difíceis.”

“Compreendendo na íntegra a terminologia e os processos envolvidos ao entrar em diferentes mercados, as empresas africanas podem construir alicerces duradouros para um comércio internacional de maior sucesso”, concluiu Facey.

Distribuído por African Press Organization por Deutsche Post DHL.

Contacto para a comunicação social:

Lee Nelson. Diretor sénior – Marketing e Comunicações, África subsariana

DHL Express

Tel.: +27 21 409 3613 Telemóvel: +27 72 361 0178

lee.nelson@dhl.com

DHL – A empresa de logística para o mundo

A DHL é líder do mercado global no setor da logística e a “A empresa de logística para o mundo”. A DHL dedica os seus conhecimentos de especialidade nos transportes internacionais expresso, aéreos e marítimos, transportes rodoviários e ferroviários, logística de contratos e serviços de correio internacional aos seus clientes. Uma rede global composta por mais de 220 países e territórios e cerca de 285 mil funcionários em todo o mundo oferece aos clientes uma qualidade de serviço superior e conhecimentos locais para dar resposta às suas necessidades de cadeia de fornecimento. A DHL aceita a sua responsabilidade social apoiando a proteção ambiental, a gestão de desastres e a educação.

A DHL integra a Deutsche Post DHL. O Grupo gerou receitas num montante superior a 55 mil milhões de euros em 2012.


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