WIN an Invitation to AfricaCom 2014, Africa’s Leading Telecoms Event

APO will offer transport, accommodation and perdiem for one African journalist to attend the AfricaCom 2014

CAPE-TOWN, South-Africa, September 8, 2014/African Press Organization (APO)/ APO will offer transport, accommodation and perdiem for one African journalist to attend the AfricaCom 2014, Africa’s leading telecoms event (http://www.comworldseries.com/africa), held in Cape Town, South Africa, on 11–13 November 2014.

AfricaCom 2014 will bring together individuals and companies to debate on how to embrace innovation in Africa’s telecoms, media and ICT markets.

The deadline for entry is midnight on October 17, 2014.

Winner will be announced on October 23, 2014.

APPLY to win the invitation: http://www.apo-opa.com/application_twitter.php?L=E&vc=WIN

More information about AfricaCom 2014: http://africa.comworldseries.com

SOURCE

APO (African Press Organization)


 

Residual Special Court for Sierra Leone – PRESS RELEASE – Binta Mansaray Appointed RSCSL Registrar

 

THE HAGUE, Netherland, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ — The Secretary-General of the United Nations has appointed Binta Mansaray as Registrar of the Residual Special Court for Sierra Leone. Ms. Mansaray made her Solemn Declaration before RSCSL President Justice Philip Waki on 29 September 2014. She had served as Acting Registrar of the RSCSL since its inception in January 2014.

 

The Registrar, pursuant to Article 15 of the Statute, is appointed to a three-year term and is eligible for reappointment.

 

Binta Mansaray previously served as Registrar of the Special Court for Sierra Leone, a post she held from February 2010 to December 2013 when the SCSL closed upon the successful completion of its mandate. From July 2007 to February 2010 she was Deputy Registrar, and while continuing to hold that post, was appointed Acting Registrar in June 2009. Ms. Mansaray first joined the SCSL in 2003 as Outreach Coordinator, during which time she designed the Court’s widely-acclaimed grassroots programme to keep the people of Sierra Leone, and later Liberia, informed about the Court and the trials.

 

Prior to joining the Court, Ms. Mansaray was a human rights advocate for victims and ex-combatants stemming from Sierra Leone’s civil conflict, and worked with a number of organizations. She held the post of Country Representative for the Women’s Commission for Refugee Women and Children in Sierra Leone, worked with the Campaign for Good Governance, and served as consultant with the United Nations Mission in Sierra Leone (UNAMSIL) and several civil society organizations.

 

Ms. Mansaray is a graduate of the University of Sierra Leone, and she received her Master’s degree from Fordham University in New York, U.S.A.

 

SOURCE 

Special Court for Sierra Leone (SCSL)


The second Africa Global Business Forum will take place in Dubai on 1st and 2nd October 2014

APO (African Press Organization) Invited As VIP Guest

DUBAI, UAE, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ APO (African Press Organization) (www.apo-opa.com) has been invited as VIP Guest to attend the second Africa Global Business Forum (www.africaglobalbusinessforum.com), the region’s leading international trade and investment Forum on Africa, to take place at the Atlantis The Palm, Dubai on 1st and 2nd October 2014.

Photo: http://www.photos.apo-opa.com/index.php?level=picture&id=782
(Nicolas Pompigne-Mognard, Founder and CEO of APO (African Press Organization)

Organised by Dubai Chamber of Commerce and Industry with content developed by The Economist Events and under the patronage of H.H. Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, UAE Vice-President and Prime Minister and Ruler of Dubai, the forum will explore new business partnerships and opportunities arising between Africa and Dubai.

The 2nd Africa Global Business Forum 2014 is by invitation only and will assemble high-level decision makers on the global business scene, including African Heads of State, Ministers, prominent CEOs operating globally, heads of private banks, sovereign wealth funds and private equity firms.

International speakers include: H.E. Paul Kagame, President of Rwanda; H.E. Armando Guebuza, President of Republic of Mozambique; Donald Kaberuka, President, African Development Bank Group.

Emirati speakers include H.H. Sheikh Ahmed Bin Saeed Al Maktoum, Chairman and CEO, Emirates Airline and Group; H.E. Reem Al Hashimy, UAE Minister of State and Managing Director, Dubai Expo 2020; H.E. Sultan Al Mansoori, UAE Minister of Economy ,H.E. Mohammed I. Al Shaibani, Executive Director and Chief Executive Officer of Investment Corporation of Dubai (ICD), H.E Sultan Ahmed Bin Sulayem, Chairman, DP and many more.

In its strategy of expanding into the African continent, Dubai has become a major trading partner for the region as the emirate’s non-oil trade with the continent increased by 141%, up from AED 37.9 billion in 2008 to AED 91.3 billion ($25 billion) in 2013.

According to a Dubai Chamber statistics, African companies operating in Dubai have seen a percentage growth of 171% from the period from 2008 to mid-2014.

Contact:

Aïssatou Diallo

bdm@apo-opa.org

+41 22 534 96 97

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With offices in Senegal, Switzerland, Dubai, Hong Kong, India and Seychelles, APO owns a media database containing over 100,000 contacts and is the main online community for Africa-related news.

It offers a complete range of services, including press release distribution and monitoring, online press conferences, interactive webcasts, media interactions, strategic advice, public diplomacy, government relations and events promotion. To find out more, please visit http://www.apo-opa.com.

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APO (African Press Organization)


A chave do comércio intra-africano para impulsionar as economias africanas

O Índice de Conetividade Global da DHL mostrou que a África é o continente menos ligado do mundo

CAPE-TOWN, South-Africa, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ Apesar de os acordos de comércio internacional – como o AGOA (African Growth and Opportunity Act – Lei de Crescimento e Oportunidades para África) e o acordo de parceria económica recentemente anunciado entre a União Europeia e a África do Sul – serem positivos para o continente e deverem ser encorajados, torna-se necessário dar maior ênfase às parcerias comerciais entre os países africanos, para desenvolver de forma consistente o comércio intra-africano.

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Photo Charles Brewer: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/photos/charles-brewer-1.jpg
(Charles Brewer, Diretor-geral da DHL Express da África Subsariana)

Esta é a opinião de Charles Brewer, Diretor-geral da DHL Express da África Subsariana (http://www.dpdhl.com), o qual refere que, apesar de se verificarem lentamente progressos, os acordos comerciais são insuficientes para fortalecer e desenvolver o comércio intra-africano. Como consequência, existe a tendência para fazer negócios com regiões fora de África, como os Estados Unidos da América ou a China.

Brewer refere que os países africanos necessitam desesperadamente de dinamizar as transações comerciais entre si. Por isso, o incentivo para os acordos comerciais não deve ser apenas estabelecido com parceiros comerciais internacionais, mas também entre países africanos.

“O Índice de Conetividade Global da DHL mostrou que a África é o continente menos ligado do mundo, quando se considera a facilidade de movimentação de pessoas, comércio, informações e finanças.  Todos os países africanos devem, por conseguinte, focar-se no desenvolvimento da conetividade no continente e no desenvolvimento de relações comerciais. Na DHL, estamos focados em tornar a logística mais acessível e em ligar África, o que se traduziu na expansão da nossa presença no comércio a retalho para mais de 3300 pontos de venda em menos de 3 anos”, indica Brewer.

Ao comparar as estatísticas de comércio intrarregional, os valores de África está entre os mais baixos, em que menos de 20%  da produção regional fica dentro da região. Isso, no fundo, significa que mais de 80% do que é produzido em África é exportado, maioritariamente para a União Europeia, China e Estados Unidos da América. Em comparação, 60% do comércio europeu é realizado dentro do próprio continente e, na América do Norte, o valor está na ordem dos 40%.

Como já foi largamente documentado, um dos maiores desafios da região, em termos de perceção do seu potencial comercial, reside numa infraestrutura subdesenvolvida, mas Brewer refere que esse aspeto está lentamente a melhorar, uma vez que várias regiões de África continuam a fazer investimentos avultados no desenvolvimento das infraestruturas.

“Uma infraestrutura subdesenvolvida tem um impacto direto na velocidade com que os bens são movidos dentro da região, para fora dela ou a atravessam. Também aumentam os custos de logística, estimando-se que os custos da cadeia de abastecimento são até nove vezes mais dispendiosos em África, em comparação com outras regiões do mundo. Estes custos inflacionados também acabam por comprometer o crescimento económico na região”.

Brewer acrescenta que, apesar de ser necessário continuar o progresso no desenvolvimento de infraestruturas e investimento, tornou-se agora necessário um impulso por parte dos países africanos em direção ao desenvolvimento e implementação de acordos comerciais, os quais irão encorajar o comércio entre as regiões.

“Angola é o único país de África que tem um de minimis formal e declarado, e apesar de todos os outros países da África Subsariana terem acordos informais, os níveis de desalfandegamento variam muito. Por exemplo, na Tanzânia, qualquer produto com um valor superior a 5 dólares americanos necessitará de desalfandegamento formal, o que cria uma carga administrativa adicional e potenciais atrasos de desalfandegamento, com mínimo de retorno para o governo em termos de receitas aduaneiras”.

“Dito isto, a situação está a melhorar e mais países estão a reconhecer que necessitam de encontrar formas de tornar os seus mercados acessíveis e com maior facilidade de comércio. Um ótimo exemplo para a região é o Ruanda, que está a tentar libertar-se da burocracia, eliminar “papeladas” e tornar o país um destino atrativo para o comércio e o investimento. É necessário que mais países africanos sigam este exemplo, para que a região colha os frutos deste trabalho”, conclui Brewer.

Distribuído pela APO (African Press Organization) em nome da Deutsche Post DHL.

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Megan Collinicos. Diretora: Publicidade e Relações Públicas, África Subsariana

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DHL – A empresa de logística para o mundo

A DHL (http://www.dpdhl.com) é a líder mundial de mercado na indústria logística e de CEP e “A empresa de logística para o mundo”. A DHL aplica os seus conhecimentos especializados sobre transporte expresso internacional, entrega de encomendas nacional e internacional, frete aéreo e marítimo, transporte rodoviário e ferroviário, bem como sobre soluções relacionadas com contratos e comércio eletrónico em toda a cadeia de abastecimento. Uma rede global composta por mais de 220 países e territórios e com cerca de 315.000 colaboradores em todo o mundo que disponibiliza aos consumidores a melhor qualidade de serviço e conhecimento local para satisfazer os seus requisitos da cadeia de abastecimento. A DHL aceita a sua responsabilidade social ao apoiar a proteção ambiental, a gestão de catástrofes e a educação.

A DHL faz parte do grupo Deutsche Post DHL. O grupo gerou receitas superiores a 55 biliões de euros em 2013.

Para obter mais informações: www.dpdhl.com

Imagens de stock disponíveis em: http://www.dpdhl.com/en/media_relations/media_library.html

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Deutsche Post DHL


Les échanges commerciaux intra-africains sont essentiels pour stimuler les économies du continent – DHL

L’Afrique est le continent le moins connecté en termes de facilité de déplacement des personnes, de commerce, d’information et de finance

LE CAP, Afrique du Sud, 30 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ Bien que les accords commerciaux internationaux, tels que l’AGOA (loi américaine sur la croissance et les potentialités de l’Afrique – African Growth and Opportunity Act) et l’Accord de partenariat économique récemment annoncé entre l’Union européenne et l’Afrique du Sud, soient positifs pour le continent et méritent d’être encouragés, l’accent doit néanmoins être mis sur la conclusion de partenariats commerciaux entre les pays africains eux-mêmes et propres à garantir la fluidité des échanges intra-africains.

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(Charles Brewer, directeur général de DHL Express Afrique Subsaharienne)

Telle est la teneur des propos de Charles Brewer, directeur général de DHL Express Afrique Subsaharienne (http://www.dpdhl.com), pour lequel, même si de lents progrès sont constatés, les accords commerciaux existants sont toujours insuffisants pour encourager les échanges intra-africains. Il en résulte une tendance à commercer en tout premier lieu avec des régions extra-africaines, telles que les États-Unis ou la Chine.

Pour M. Brewer, il est indispensable que les pays africains développent des échanges commerciaux entre eux et que l’impulsion donnée en vue de la signature d’accords commerciaux ne se limite pas uniquement à des partenaires commerciaux internationaux, mais qu’elle favorise également la conclusion d’accords entre pays africains.

« L’Indice de connectivité mondiale (ICM) de DHL a mis en évidence que l’Afrique est le continent le moins connecté en termes de facilité de déplacement des personnes, de commerce, d’information et de finance. Tous les pays africains devraient donc consacrer une partie de leurs efforts au développement de la connectivité sur le continent et à la mise en place de relations commerciales. En ce qui concerne DHL, nous nous efforçons de rendre la logistique plus accessible, ce qui a conduit à une véritable expansion de nos activités de détail portant, en moins de trois ans, à plus de 3 300 le nombre de nos points de vente », ajoute M. Brewer

Lorsque l’on compare les statistiques du commerce infrarégional, les taux prévalant en Afrique sont parmi les plus faibles du monde, avec moins de 20 %  de la production régionale restant précisément dans la région. Cela signifie que plus de 80 % de ce qui est produit en Afrique est exporté, principalement vers l’Union européenne, la Chine et les États-Unis. À titre de comparaison, 60 % des échanges européens s’effectuent sur le continent même, tandis que ce taux s’établit à 40 % pour l’Amérique du Nord,

Il apparaît clairement que l’un des plus grands défis que la région devra relever pour mettre pleinement en valeur le potentiel commercial qu’elle recèle réside dans le développement insuffisant de ses infrastructures, même si ce point, indique M. Brewer, fait l’objet d’une lente amélioration dans la mesure où plusieurs régions africaines continuent à investir d’importants volumes de capitaux dans le développement des infrastructures.

« Le fait que les infrastructures soient insuffisamment développée influe directement sur la vitesse à laquelle les biens circulent en dehors de la région ou à l’intérieur de celle-ci. Cela a également pour effet d’accroître les coûts logistiques, à tel point que les coûts de la chaîne logistique sont estimés être jusqu’à neuf fois plus élevés en Afrique que dans d’autres régions du monde. Au final, le gonflement de ces coûts constitue également une entrave à la croissance économique dans la région. »

M. Brewer ajoute par ailleurs que même s’il convient de poursuivre les efforts consacrés au développement et au financement des infrastructures, les pays africains doivent maintenant passer à la vitesse supérieure pour élaborer et mettre en œuvre des accords commerciaux susceptibles de favoriser les échanges entre les régions.

« L’Angola est le seul pays d’Afrique à disposer de seuils minimaux formels et déclarés. En outre, tandis que tous les autres pays de l’Afrique subsaharienne fonctionnent sur la base d’accords informels, les niveaux d’autorisation fiscale varient considérablement. À titre d’exemple, en Tanzanie, tout produit d’une valeur supérieure à 5 dollars US nécessite une autorisation fiscale qui a pour effet de créer une charge administrative supplémentaire et d’induire des retards potentiels d’autorisation, tout en ne présentant que des rendements minimes pour le gouvernement en termes de recettes fiscales. »

« Ceci dit, la situation s’améliore, et un nombre croissant de pays reconnaissent qu’il leur faut trouver des moyens de rendre leurs marchés accessibles et plus ouverts à la réalisation d’affaires commerciales. Le Rwanda constitue, à cet égard, un bon exemple pour la région, car il cherche à réduire le poids de la bureaucratie, à supprimer les lourdeurs administratives et à faire du pays une destination attrayante pour le commerce et l’investissement. Il faudrait qu’un plus grand nombre de pays africains suive cet exemple pour que la région en récolte pleinement les fruits », conclut M. Brewer.

Distribué par APO (African Press Organization) pour Deutsche Post DHL.

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DHL – Le Groupe de Transport et Logistique Mondial

Leader mondial des secteurs de la logistique, de la messagerie et des livraisons express, DHL (http://www.dpdhl.com)  est « Le groupe de transport et logistique mondial ». Le groupe DHL met au service de ses clients ses compétences dans le domaine du courrier international, de la livraison de paquets nationaux et internationaux, du fret aérien et maritime ainsi que du transport routier et ferroviaire. Il leur propose également des solutions contractuelles et de commerce électronique d’un bout à l’autre de la chaîne d’approvisionnement. DHL bénéficie d’un réseau mondial couvrant plus de 220 pays et territoires et emploie près de 315 000 personnes à travers le monde, ce qui lui permet de proposer à ses clients une qualité de service supérieure et une connaissance du marché local, afin de satisfaire leurs exigences en matière de chaîne d’approvisionnement. DHL accepte sa responsabilité sociale en soutenant la protection de l’environnement, la gestion des catastrophes et l’éducation.

DHL fait partie du groupe Deutsche Post DHL. En 2013, le groupe a réalisé un chiffre d’affaires de plus de 55 milliards d’euros.

Pour tout complément d’information : www.dpdhl.com

Catalogue d’images disponibles : http://www.dpdhl.com/en/media_relations/media_library.html

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Deutsche Post DHL


Intra-Africa trade key to boosting African economies – DHL

The DHL Global Connectedness Index revealed that Africa is the world’s least connected continent

CAPE-TOWN, South-Africa, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ While international trade agreements such as AGOA (African Growth and Opportunity Act) and the recently announced Economic Partnership Agreement between European Union and Southern Africa are positive for the continent and should be encouraged, more emphasis needs to be placed on trade partnerships between African countries to drive seamless intra-Africa trade.

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Photo Charles Brewer: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/photos/charles-brewer-1.jpg
(Charles Brewer, Managing Director for DHL Express Sub-Saharan Africa)

This is according to Charles Brewer, Managing Director of DHL Express Sub Saharan Africa (http://www.dpdhl.com), who says that while progress is slowly being made, insufficient trade agreements exist in order to encourage and drive intra-Africa trade. As a result there tends to be a focus on doing business with regions outside of Africa, such as the United States or China.

He says that African countries desperately need to start trading amongst themselves, and that the push for trade agreements should therefore not only be with international trading partners, but amongst African countries too.

“The DHL Global Connectedness Index revealed that Africa is the world’s least connected continent, when considering the ease of moving people, trade, information and finance.  All African countries should therefore be focused on developing connectedness on the continent and building trade relationships. From a DHL standpoint, we are focused on making logistics more accessible and connecting Africa, which has resulted in the expansion of our retail footprint to over 3300 outlets in less than 3 years,” adds Brewer.

When comparing intra-regional trade statistics, Africa rates amongst the lowest, with less than 20%  of what is produced in the region staying within the region. This, in essence, means that over 80% of what is produced in Africa is exported, mainly to the EU, China and the US. By comparison, 60% of Europe’s trade is with its own continent, and in North America, the figure is 40%.

As is well documented, one of the region’s biggest challenge in terms of realizing its trade potential is an under developed infrastructure, but Brewer says that this is slowly improving as several Africa regions continue to invest large amounts of capital into infrastructure development.

“Under developed infrastructure directly impacts the speed at which goods are moved into, out of and across the region. It also drives up logistics costs, and it is estimated that supply chain costs are up to nine times more expensive in Africa in comparison to other regions in the world. These inflated costs also ultimately hamper economic growth in the region.”

Brewer adds that while progress on infrastructure development and investment should continue, a push now needs to be made by African countries towards developing and implementing trade agreements which will encourage trade between the regions.

“Angola is the only country in Africa that has a formal and declared de minimus, and whilst all other Sub Saharan Africa countries have informal agreements, the fiscal clearance levels vary greatly. For example, in Tanzania, anything with a value greater than USD 5 will require formal clearance, which creates an additional administrative burden and potential clearance delays with minimal returns for the government in terms of duty revenues.”

“With that said, the situation is improving, and more countries are recognising that they need to find ways to make their markets accessible and easier to do business with. A great example for the region is Rwanda, who is looking to strip away bureaucracy, remove the red tape and make their country an attractive destination for trade and investment. More African countries need to follow this example, and the region will reap the rewards,” concludes Brewer.

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DHL Express

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megan.collinicos@dhl.com

DHL – The logistics company for the world

DHL (http://www.dpdhl.com) is the global market leader in the logistics and transportation industry and “The logistics company for the world”. DHL commits its expertise in international express, national and international parcel delivery, air and ocean freight, road and rail transportation as well as contract and e-commerce related solutions along the entire supply chain. A global network composed of more than 220 countries and territories and around 315,000 employees worldwide offers customers superior service quality and local knowledge to satisfy their shipping and supply chain requirements. DHL accepts its social responsibility by supporting environmental protection, disaster management and education.

DHL is part of Deutsche Post DHL. The Group generated revenues of more than 55 billion euros in 2013.

For more information: www.dpdhl.com

Stock images available: http://www.dpdhl.com/en/media_relations/media_library.html

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Deutsche Post DHL


A averda quer limpar mais cidades em África; Casablanca é a 6.ª cidade na sua expansão pelo continente

CASABLANCA, Marrocos, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ a averda (http://www.averda.com), o prestador global de serviços integrados de gestão de resíduos, apresentou o seu mais recente equipamento dedicado a servir Casablanca, durante um evento organizado por “La Ville de Casablanca”, a 4de setembro de 2014. No início deste ano, a cidade de Casablanca adjudicou à averda o contrato para a gestão dos resíduos a longo prazo.

Logo: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/logos/averda.png

Photo: http://www.photos.apo-opa.com/index.php?level=picture&id=1409
(O presidente da averda, Maysarah Khalil Sukkar)

A averda está a trazer para o mercado marroquino experiência internacional e nova tecnologia nas suas frotas, sistemas e equipamentos para garantir que as necessidades em termos de gestão de resíduos são satisfeitas da forma mais eficiente possível.

Desde as suas raízes e origens no Líbano, onde iniciou as suas operações em 1993, a averda tornou-se num prestador internacional de serviços de gestão de resíduos reconhecido que atualmente serve 14 cidades em três continentes. O objetivo da averda é estar presente em 50 países nos cinco continentes dentro de 10 anos.

O presidente da averda, Maysarah Khalil Sukkar, disse: “A nossa estreia no continente africano, onde atualmente limpamos seis cidades, deu-nos o desejo e a confiança para desempenharmos um papel positivo na melhoria do ambiente em mais cidades africanas. As nossas soluções estão adaptadas ao mercado de acolhimento e aproveitam a tecnologia, tal como as nossas iniciativas comprovadas de envolvimento da comunidade. Estamos conscientes da necessidade de adaptar os nossos serviços de gestão de resíduos onde quer que operemos e ambicionamos limpar mais cidades em África, um mercado que iremos certamente servir com todo o cuidado e dedicação, tal como fazemos nas noutras cidades emergentes. A averda está preparada e bem posicionada para fornecer soluções inovadoras de gestão de resíduos aos países africanos de modo a concretizar a sua visão nacional de sustentabilidade.”

Com uma forte presença em mercados internacionais, recursos consideráveis e conhecimentos acumulados sobre serviços ambientais em vários climas e culturas, a averda presta serviços a diversos clientes, incluindo entidades governamentais e municipais, empresas e condomínios fechados através de parcerias e projetos nos Emirados Árabes Unidos, Líbano, Reino da Arábia Saudita, Omã, Catar, Angola, Marrocos e Irlanda.

Distribuído pela APO (African Press Organization) em nome da averda International.

Relações Públicas da averda:

Lina Tayara

Londres, Reino Unido

Tel.: +44 20 7581 7100

E-mail: comms@averda.com

Acerca da averda:

A averda International (http://www.averda.com) é o maior fornecedor de soluções ambientais na região do Médio Oriente e Norte de África, sendo especialista na gestão integrada de recursos. A averda está na vanguarda da inovação neste mercado regional, fornecendo soluções sustentáveis e mais de 35 anos de experiência na gestão eficaz de resíduos a clientes do setor público e privado em zonas pedonais, residenciais, comerciais e industriais.

O vasto portefólio de serviços da averda inclui a limpeza de ruas e a recolha, o tratamento, a eliminação e a reciclagem de resíduos. Entre as capacidades da empresa também se encontram o desenvolvimento de soluções para água, águas residuais e resíduos sólidos do setor público, residencial, comercial e industrial, num contexto sustentável que respeita o ambiente natural. A averda também concebe e implementa soluções completas de recuperação de recursos valiosos e recicláveis como o papel, os metais e a água.

Com mais de 10 000 colaboradores a servir milhões de pessoas todos os dias, as operações da averda no Líbano, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Catar, Reino Unido, República da Irlanda, Marrocos e Angola estão totalmente em conformidade com as normas internacionais de controlo de qualidade. A averda tem o apoio da GrowthGate Capital Corporation desde 2008.

SOURCE

averda International

Posted by: africanpressorganization | 30 September 2014

UNMISS denies report of peacekeepers reinforcing SPLA garrisons


 

UNMISS denies report of peacekeepers reinforcing SPLA garrisons

 

JUBA, South Sudan, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ — The attention of the United Nations Mission in South Sudan (UNMISS) has been drawn to allegations that appeared yesterday, in an article that was posted on the pro-armed opposition website nyamile.com, accusing the UNMISS peacekeepers of installing barbed wire fencing around SPLA garrisons in various locations in South Sudan to prevent SPLA troops from abandoning their positions in the event of future attacks.

 

UNMISS categorically denies these allegations and notes that, among other inaccuracies contained in the report, there are no Rwandan peacekeepers deployed in Renk, Nasir or Bentiu as claimed in the article. The Mission also deplores the growing tendency by individuals opposed to the efforts to restore peace in South Sudan to resort to malicious propaganda intended to exacerbate tensions and conflict.

 

UNMISS is mandated by the UN Security Council to protect civilians; monitor, investigate and promote human rights; facilitate the delivery of humanitarian assistance; and support the implementation of the Cessation of Hostilities Agreement between the Government of the Republic of South Sudan and the SPLA in Opposition. The Mission has consistently maintained a stance of strict impartiality in the ongoing conflict in South Sudan, in keeping with its mandate, and there is no truth whatsoever to the allegations in the nyamile.com article.

 

SOURCE 

UNITED NATIONS


averda cherche à nettoyer plus de villes en Afrique; Casablanca est la 6ème ville sur le continent

CASABLANCA, Maroc, 30 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ averda (http://www.averda.com), fournisseur mondial de services de gestion intégrée des déchets, a présenté son nouveau matériel dédié à servir Casablanca, lors d’un événement organisé par la Ville de Casablanca le 4 septembre 2014. averda avait  remporté le contrat à long terme de gestion des déchets de la ville de Casablanca plus tôt cette année.

Logo: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/logos/averda.png

Photo: http://www.photos.apo-opa.com/index.php?level=picture&id=1409
(M. Maysarah Khalil Sukkar, Président Fondateur d’averda)

averda apporte une expertise internationale, une nouvelle flotte, de nouveaux systèmes et  équipements technologiques sur le marché Marocain, et s’assure que les besoins de gestion des déchets de la ville soient satisfaits de la manière la plus efficace possible.

Fort de son enracinement et de ses débuts au Liban – lors du lancement de ses opérations en 1993 – averda est devenu un fournisseur international reconnu de services de gestion des déchets, et est actuellement en service dans quatorze villes, sur trois continents. averda vise à être présente dans 50 villes à travers les cinq continents d’ici 10 ans.

M. Maysarah Khalil Sukkar, Président Fondateur d’averda a déclaré : « Nos débuts sur le continent Africain – où nous nettoyons actuellement six villes– nous ont donnés le désir et la confiance de jouer un rôle clé dans l’amélioration de l’environnement dans d’autres villes d’Afrique. Nos solutions sont adaptées au marché d’accueil et nous faisons un bon usage de la technologie, comme le prouvent notre engagement et nos initiatives dans les communautés. Nous sommes conscients de la nécessité des services de gestion des déchets d’être sur-mesure,  peu importe le lieu où nous exerçons nos activités, et nous sommes désireux de nettoyer plus de villes en Afrique, un marché que nous sommes décidés à couvrir avec beaucoup d’attention et de dévouement, tel que nous le faisons pour d’autres villes émergentes. averda est préparée et bien placée pour fournir des solutions de gestion de déchets innovantes, afin de répondre à la vision de durabilité nationale des pays de l’Afrique. »

Avec de forts accès aux marchés internationaux, de considérables ressources et des connaissances accumulées dans les services environnementaux dans divers climats et différentes cultures, averda sert une base-client comprenant des gouvernements et des municipalités, des entreprises et des communautés résidentielles, à travers des partenariats et des projets aux Emirats Arabes Unis, au Liban, en Arabie Saoudite, en Oman, au Qatar, en Angola, au Maroc et en Irlande.

Distribué par APO (African Press Organization) pour averda International.

Relations Publiques d’Averda

Lina Tayara

Londres, Royaume-Uni

Tel: +442075817100

Email : comms@averda.com

A propos d’Averda :

Averda International (http://www.averda.com) est le plus important fournisseur de solutions environnementales dans la région MENA, spécialisé dans la gestion intégrée des ressources. Averda est à la pointe de l’innovation dans le marché régional, apportant des solutions durables et plus de 35 ans d’expérience dans la gestion efficace des déchets, pour des clients privés et publics dans des zones piétonnes, résidentielles, commerciales et industrielles.

Le vaste portefeuille de services d’Averda s’étend du nettoyage des rues à la collecte, le traitement, l’élimination et le recyclage des déchets. Les capacités de la société comprennent également le développement de solutions pour l’eau, les eaux usées et les déchets solides des secteurs publics, résidentiels, commerciaux et industriels, le tout dans un cadre de durabilité qui respecte l’environnement naturel. Averda conçoit et met aussi en œuvre des solutions à grande échelle pour récupérer des ressources précieuses et recyclables comme le papier, les métaux et l’eau.

Avec plus de 10 000 salariés au service de millions de personnes chaque jour, Averda fonctionne en totale conformité avec les normes internationales de contrôle de qualité à travers le Liban, l’Arabie Saoudite, les Émirats Arabes Unis, l’Oman, le Qatar, le Royaume-Uni, la République d’Irlande, le Maroc, et l’Angola. Averda compte sur le soutien de Growth Gate Capital Corporation depuis 2008.

SOURCE

averda International


averda looks to clean more cities in Africa; Casablanca is the 6th city in its expansion on the continent

averda is prepared and well placed to provide African countries with innovative waste management solutions

CASABLANCA, Morocco, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ averda (http://www.averda.com), the global provider of integrated waste management services, showcased its new equipment dedicated to serve Casablanca, during an event organised by “La Ville de Casablanca” on September 4th 2014. averda was awarded the long-term waste management contract by the city of Casablanca earlier this year.

Logo: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/logos/averda.png

Photo: http://www.photos.apo-opa.com/index.php?level=picture&id=1409
(averda Chairman Mr Maysarah Sukkar)

averda is bringing international expertise and new technology fleet, systems and equipment to the Moroccan market to ensure the city’s waste management needs are met as efficiently as possible.

From its strong roots and beginnings in Lebanon where it started operations in 1993, averda has become an acknowledged international supplier of waste management services currently serving 14 cities in three continents. averda aims to be present in 50 cities across five continents within 10 years.

Mr Maysarah Khalil Sukkar, averda Chairman, said: ” Our debut on the African continent where we currently clean six cities, gave us the desire and confidence to play a positive role in improving the environment in other African cities as well. Our solutions are adapted to our host market and make good use of technology as do our tried and tested community engagement initiatives. We are mindful of the need for our bespoke waste management services wherever we operate and are keen to clean more cities in Africa, a market we are confident to serve with as much care and dedication as we do our other emerging cities. averda is prepared and well placed to provide African countries with innovative waste management solutions to fulfill national vision of sustainability.”

With strong access to international markets, considerable resources and accumulated knowledge of environmental services in diverse climates and cultures, averda services a client-base that includes governments & muncipalities, businesses and residential communities through partnerships and projects in the United Arab Emirates, Lebanon, Kingdom of Saudi Arabia, Oman, Qatar, Angola, Morocco, and Ireland.

Distributed by APO (African Press Organization) on behalf of averda International.

averda Public Relations:

Lina Tayara

London, UK

Tel: +44 20 7581 7100

Email: comms@averda.com

About averda:

averda International (http://www.averda.com) is the largest environmental solutions provider in the MENA region, specializing in integrated resources management. averda is at the forefront of innovation in the regional market, providing sustainable solutions and more than 35 years of experience in the effective management of waste for both private and public sector clients across pedestrian, residential, commercial and industrial areas.

averda’s extensive portfolio of services ranges from street cleaning through to waste collection, treatment, disposal and recycling. The company’s capabilities also include the development of solutions for water, wastewater and solid waste of public, residential, commercial, and industrial sectors, all within a sustainable framework that respects the natural environment. averda also designs and implements full-scale solutions to recover valuable and recyclable resources like paper, metals, and water.

With more than 10,000 employees serving millions of people every day, averda operates in full compliance with international standards for quality control throughout Lebanon, Saudi Arabia, the United Arab Emirates, Oman, Qatar, the United Kingdom, the Republic of Ireland, Morocco and Angola.  averda is supported by GrowthGate Capital Corporation since 2008.

SOURCE

averda International


 

La chef de l’ONUCI et une délégation de l’ONU évoquent les élections de 2015 avec le Premier ministre ivoirien

 

ABIDJAN, Côte d’Ivoire, 30 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ La Représentante spéciale du Secrétaire général des Nations Unies pour la Côte d’Ivoire, Aïchatou Mindaoudou et une délégation de l’ONU conduite par M. Tadjoudine Ali-Diabacté, Directeur adjoint Division de l’assistance électorale à New York, ont été reçus en audience lundi 29 septembre 2014 par le Premier Ministre ivoirien, Daniel Kablan Duncan.

 

Selon M. Ali-Diabacté, sa délégation et lui ont évoqué avec le Premier ministre les questions relatives à l’organisation des élections de 2015. Il a rappelé que l’Opération des Nations Unies en Côte d’Ivoire dispose (ONUCI) d’un mandat d’appui du processus électoral sous certains aspects et que dans ce cadre, le Gouvernement ivoirien avait adressé une requête au Secrétaire général de l’ONU afin que le Système continue d’appuyer le processus.

 

«Lorsque les Nations Unies ont une requête, il est de pratique que l’on vienne discuter avec la partie nationale pour savoir exactement quels sont les besoins réels de la Côte d’Ivoire en matière d’élections », a expliqué M. Ali-Diabacté.

 

Il a par ailleurs précisé que le séjour de la délégation qui a débuté le 22 septembre et qui doit s’achever le 02 octobre prochain, lui a donné l’opportunité de rencontrer les diverses parties impliquées dans le processus électoral, notamment le Gouvernement, la Commission Électorale Indépendante (CEI), les partis politiques aussi bien de l’opposition que de la majorité, les organisations de la société civile, les organisations de femmes et de jeunesse, ainsi que les partenaires techniques et financiers de la Côte d’Ivoire.

 

« À la fin de la mission nous allons adresser des recommandations au Secrétaire général des Nations Unies au sujet des paramètres sur lesquels, la Côte d’Ivoire et les Nations Unies vont collaborer pour l’organisation d’élections que nous souhaitons comme d’habitude transparentes et paisibles », a souligné M. Ali-Diabacté.

 

SOURCE 

NATIONS UNIES

Posted by: africanpressorganization | 30 September 2014

IMF Staff Concludes Mission for a Staff-Monitored Program to Zimbabwe


 

IMF Staff Concludes Mission for a Staff-Monitored Program to Zimbabwe

 

HARARE, Zimbabwe, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ — An International Monetary Fund (IMF) mission led by Mr. Domenico Fanizza visited Harare from September 17 to October 1, 2014 to conduct the third and last review under the Staff Monitored Program (SMP) approved by management in June 2013 and to hold discussions on a 15-month successor SMP. The authorities met all end-June 2014 quantitative targets and structural benchmarks under the program and the mission reached a staff level agreement on policies for a successor SMP. The mission met with Mr. Chinamasa, Minister of Finance and Economic Development, Dr. Sibanda, Chief Secretary to the President’s and Cabinet, Dr. Mangudya, Governor of the Reserve Bank of Zimbabwe (RBZ), other senior government officials, and representatives of the private sector, civil society and development partners. The team wishes to thank the authorities for their warm hospitality and the constructive discussions.

At the conclusion of the visit, Mr. Fanizza issued the following statement:

“The Zimbabwe government has redoubled its efforts to rebalance policies toward a stable macroeconomic environment conducive to private sector-led growth. Nonetheless, economic conditions remain difficult. Growth has slowed down because of inadequate financial flows, despite a very favorable agricultural season. This and the appreciation of the South African Rand, the major currency of Zimbabwe’s trading partner, has caused a liquidity crunch that has weakened economic activity. The external position remains precarious with low levels of international reserves, a large current account deficit, and external arrears. The authorities took decisive fiscal measures on the revenue and expenditure sides to keep fiscal policy on track and to protect social expenditures, despite the large civil service wage increase earlier in 2014. The authorities intend to re-engage with the international community. The mission welcomes Zimbabwe’s decision to start working with the international financial institutions to prepare a plan for clearing the outstanding arrears, as a step toward resolving the country’s debt challenge.

“The reform efforts have started to lay the ground for stronger, more inclusive, and lasting economic growth and addressing the economic challenges remains a priority for the government. It is encouraging that the authorities have come to the conclusion that Zimbabwe cannot address these challenges without the support of the international financial community. The authorities’ policy reform agenda, which they will monitor with the help of IMF staff under a proposed new 15-month SMP to end December 2015, consist of the following major areas:

Balancing the primary fiscal budget. This will send a strong signal that Zimbabwe’s government intends to live within its means. Moreover, fiscal policy will focus on raising the efficiency and quality of public spending and rebalancing the expenditure mix toward infrastructure and social outlays. Scarce public resources need to be used appropriately, underscoring the importance of containing pressures on the wage bill, stepping up reforms in the taxation of the mining sector, amending the Public Finance Management and Procurement Acts and approving the Public Debt Management Bill.

 

 

Restoring confidence and stability in Zimbabwe’s financial sector. The approval of the draft operational framework for the acquisition of nonperforming loans by the Zimbabwe Asset Management Company and other private asset management companies by the RBZ Executive Committee/Board, submission to Parliament of amendments to the Reserve Bank of Zimbabwe Act, and amendments to the Banking Act, will be instrumental in restoring confidence and bringing stability to the sector.

 

 

Addressing the country’s debt challenge by stepping up re-engagement with all creditors with the objective to normalize relations. To this purpose gathering support to define a strategy for clearing arrears with multilateral institutions will be essential.

 

 

Clarifying the Indigenisation and Economic Empowerment Laws. This will encourage mutually beneficial partnerships between domestic and foreign investors. This step will go a long way toward allaying negative perceptions on the security of investments and property rights, provide legal transparency and predictability, and reassure markets of the government’s open invitation to invest in Zimbabwe.”

Upon return to Washington, the mission will submit its report and propose Management approval by November 2014.

 

SOURCE 

International Monetary Fund (IMF)

Posted by: africanpressorganization | 30 September 2014

FCO Press Release: UK Minister welcomes start of Libya peace talks.


 

FCO Press Release: UK Minister welcomes start of Libya peace talks.

 

LONDON, United-Kingdom, September 30, 2014/African Press Organization (APO)/ — Tobias Ellwood MP, Minister for North Africa, welcomes UN-led peace talks and underlines need for ceasefire and start of political dialogue in Libya.

 

Commenting today, Tobias Ellwood said:

 

“I welcome the start of UN-sponsored peace talks in Ghadames today. Libya faces serious political and security challenges which can only be addressed through an urgent ceasefire and political dialogue. I welcome the UN leadership in bringing the parties together, and the courage and conviction of the Libyans who have come to the negotiating table. This process will require time, patience and compromise from all sides. Those looking to undermine prospects for peace through violence and extremism should be in no doubt that the international community will not hesitate in taking action against them.

 

“The Libyan revolution of 2011 was about giving the people of Libya the opportunity to decide their future without fear of violence or persecution. These talks are an important reminder that these aspirations continue to this day.”

 

SOURCE 

United Kingdom – Ministry of Foreign Affairs


 

Europe can stop deaths and suffering and regain control of its borders, says UN human rights expert

 

GENEVA, Switzerland, September 29, 2014/African Press Organization (APO)/ — Attempts at ‘sealing’ borders and preventing at any cost irregular migrants from entering the European Union will continue to fail, the United Nations Special Rapporteur on the human rights of migrants, François Crépeau, has warned today.

 

The UN estimates that more than 130,000 migrants and asylum seekers have arrived in Europe by sea so far this year, compared with 80,000 last year. It is also estimated that over 800 people have died in the Mediterranean so far this year.

 

Despite good initiatives like the increase in search and rescue operations which have saved many lives, the emphasis remains on restricting the entry of migrants rather than on creating new legal channels for migration.

 

“Sealing international borders is impossible, and migrants will continue arriving despite all efforts to stop them, at a terrible cost in lives and suffering,” the human rights expert warned in an Open Letter* made public today, ahead of a key hearing of the European Parliament’s Committee on Fundamental Rights and Freedoms, on 30 September, to confirm the appointment of a new European Commissioner for Migration and Home Affairs.

 

“If Europe is to witness a significant reduction of human suffering at borders, it must bank not on strict closure, but on regulated openness and mobility,” Mr. Crépeau stressed, otherwise “the number of migrants risking their lives on unseaworthy vessels over perilous sea routes can only increase.”

 

The UN Special Rapporteur cautioned that the absence of regulated open migration channels for much needed low-wage migrants in several economic sectors (agriculture, construction, hospitality, to name a few) drives migration further underground, increases the precariousness of their situation, and entrenches smuggling mafias and exploitative employers, resulting in more deaths at sea and more human rights violations.

 

“It is paradoxical that, in the name of securing borders, European States are actually losing control over their borders, as mafias will often be ahead of that game. Moreover, the increasing number of persons fleeing from conflict, violence and oppression requires a new and concerted strategic approach by European States towards asylum seekers,” he said.

 

“While it needs to continue attempting to bring unscrupulous smugglers to trial for the suffering they inflict on migrants and asylum seekers, Europe will find it difficult to defeat resourceful and adaptable mafias unless one destroys their business model, which was created when barriers were erected and which thrives at evading restrictive migration policies of many EU Member States,” the human rights expert emphasized.

 

Mr. Crépeau also called for more concerted efforts by EU Member States to assist frontline countries such as Italy, Malta, Greece and Spain. “The search and rescue programmes cannot be the sole responsibility of the frontline countries,” he noted.

 

In 2012, the Special Rapporteur undertook a one-year comprehensive study to examine the rights of migrants in the Euro-Mediterranean region, focusing in particular on the management of the external borders of the European Union. Starting with a visit to the EU authorities in Brussels, Mr. Crépeau also visited Turkey, Tunisia, Greece and Italy. (His reports can be found at: http://www.ohchr.org/EN/Issues/Migration/SRMigrants/Pages/CountryVisits.aspx)

 

(*) Read the Open Letter to the EU’s Committee on Fundamental Rights and Freedoms: http://www.ohchr.org/EN/NewsEvents/Pages/DisplayNews.aspx?NewsID=15119&LangID=E

 

SOURCE 

United Nations – Office of the UN High Commissioner for Human Rights (OHCHR)


 

Le ministre Baird discute de la coopération antiterroriste et des liens commerciaux avec son homologue algérien

 

OTTAWA, Canada, 29 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ Le ministre des Affaires étrangères John Baird a fait aujourd’hui la déclaration suivante à la suite de sa rencontre avec le ministre algérien des Affaires étrangères, M. Ramtane Lamamra :

« Le Canada et l’Algérie sont des partenaires déterminés à lutter contre le terrorisme et l’extrémisme violent. À titre de coprésidents du Groupe de travail sur le Sahel du Forum mondial de lutte contre le terrorisme, nos deux pays mobilisent d’autres pays et d’autres acteurs en Afrique du Nord et au Sahel pour lutter contre le fléau de l’extrémisme.

« Les partenariats de sécurité comme ceux-ci sont essentiels pour faire face à de nouvelles menaces, telles que l’augmentation du nombre de combattants terroristes étrangers, y compris ceux qui se joignent à l’État islamique en Iraq et au Levant ainsi qu’à al-Qaïda au Maghreb islamique. Je serai heureux de poursuivre la coopération avec nos partenaires algériens afin de bâtir un monde plus sûr, à la fois pour les Canadiens et les Algériens.

« Nous avons également discuté de la possibilité d’intensifier nos relations commerciales. Le Canada est prêt à accroître ses échanges commerciaux avec des marchés émergents du Moyen-Orient et de l’Afrique du Nord, ainsi que ses investissements dans la région. Les entreprises canadiennes se montrent très intéressées par le nouveau programme de développement économique quinquennal de l’Algérie, et elles sont bien placées pour l’aider à le concrétiser, en particulier dans des secteurs où le Canada possède une vaste expérience, comme l’exploitation minière, l’agriculture et l’agroalimentaire ainsi que le pétrole et le gaz. »

À Ottawa, le ministre Lamamra a également rencontré le ministre du Développement international et de la Francophonie, l’honorable Christian Paradis, le président de la Chambre des communes, l’honorable Andrew Scheer, et des membres de l’Association parlementaire Canada-Afrique.

 

SOURCE 

Canada – Ministry of Foreign Affairs

Posted by: africanpressorganization | 29 September 2014

Baird Discusses Counterterrorism Cooperation and Trade Ties with Algerian Counterpart


 

Baird Discusses Counterterrorism Cooperation and Trade Ties with Algerian Counterpart

 

OTTAWA, Canada, September 29, 2014/African Press Organization (APO)/ — Foreign Affairs Minister John Baird today issued the following statement after meeting with Ramtane Lamamra, Algeria’s Minister of Foreign Affairs:

“Canada and Algeria are determined partners in the fight against terrorism and violent extremism. As co-chairs of the Global Counterterrorism Forum’s Sahel Working Group, our two countries are mobilizing states and other stakeholders in North Africa and the Sahel to confront the scourge of extremism.

“Security partnerships like these are essential to confronting emerging threats, such as the increase in foreign terrorist fighters, including those joining the Islamic State in Iraq and the Levant, and Al Qaeda in the Islamic Maghreb. I look forward to continued engagement with our Algerian partners to build a safer world for Canadians and Algerians alike.

“We also discussed the potential for growth in our trade relationship. Canada is ready to increase trade and investment with emerging markets in the Middle East and North Africa. Canadian companies are well placed and keen to help Algeria achieve its new five-year economic development program, particularly in sectors where Canada has significant experience, such as mining, agriculture and agri-food, and oil and gas.”

While in Ottawa, Minister Lamamra also met with the Honourable Christian Paradis, Minister of International Development and La Francophonie, the Honourable Andrew Scheer, Speaker of the House of Commons, and members of the Canada-Africa Parliamentary Association.

 

SOURCE 

Canada – Ministry of Foreign Affairs


 

Tirage au sort de la Coupe du Monde des Clubs de la FIFA, Maroc 2014 à Marrakech le 11 octobre

 

GENEVE, Suisse, 29 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ Le tirage au sort de la Coupe du Monde des Clubs de la FIFA, Maroc 2014 présentée par TOYOTA aura lieu le mercredi 11 octobre prochain à l’hôtel La Mamounia de Marrakech. Cinq des sept équipes qui disputeront la compétition sont déjà connues : Auckland City FC (Nouvelle-Zélande), Cruz Azul FC (Mexique), Moghreb Athletic de Tétouan (Maroc), Real Madrid CF (Espagne) et CA San Lorenzo (Argentine). Les équipes représentant les confédérations asiatique et africaine seront déterminées plus tard. Le tirage au sort, qui permettra de déterminer les affrontements en quarts de finale, est prévu à 19h00 et des représentants des équipes qualifiées sont invités à y assister.

La procédure d’accréditation pour les représentants des médias désirant couvrir l’événement est désormais ouverte sur l’Espace médias de la FIFA. La date limite de dépôt des demandes d’accréditation est fixée au 4 octobre 2014. Veuillez suivre les deux étapes suivantes pour demander une accréditation :

1.    Compte sur l’Espace médias de la FIFA : Les représentants des médias qui ne disposent pas d’un compte approuvé sur l’Espace médias de la FIFA peuvent remplir un formulaire d’inscription à l’adresse http://media.fifa.com/registration. L’autorisation d’accès à l’Espace médias de la FIFA ne signifie pas qu’une accréditation vous a été attribuée.

2.    Envoi du formulaire d’accréditation : Veuillez remplir le formulaire d’accréditation des médias sur l’Espace médias de la FIFA et l’envoyer à l’adresse media-fcwc@moroccoloc.ma. Toutes les demandes seront sujettes à confirmation. La confirmation NE DÉPEND PAS de la date du dépôt de la candidature. Les personnes sélectionnées pour l’obtention d’une accréditation recevront de plus amples informations en temps voulu. Nous vous informons par ailleurs que toutes les personnes venant de l’étranger devront elles-mêmes effectuer les démarches concernant leurs formalités de visas

 

SOURCE 

International Federation of Football Association (FIFA)

Posted by: africanpressorganization | 29 September 2014

Official Draw for the FIFA Club World Cup Morocco 2014 in Marrakech on 11 October


 

Official Draw for the FIFA Club World Cup Morocco 2014 in Marrakech on 11 October

 

GENEVA, Switzerland, September 29, 2014/African Press Organization (APO)/ — The Official Draw for the FIFA Club World Cup Morocco 2014 presented by TOYOTA will take place at the La Mamounia Hotel in Marrakech on Wednesday, 11 October. Five of the seven teams who will take part in the competition are already known: Auckland City FC from New Zealand, Cruz Azul FC from Mexico, Moghreb Athletic de Tétouan from Morocco, Real Madrid CF from Spain and CA San Lorenzo from Argentina. The teams representing the Asian and African confederations will be determined at a later stage. The draw, which will determine the match-ups for the quarter-finals, is scheduled to take place at 19.00, and representatives of the qualified teams have been invited to attend.

The media accreditation process for media representatives wishing to cover the event is now open via the FIFA Media Channel. The deadline for accreditation applications is 4 October 2014. Please ensure that you complete the following two steps if you wish to request an accreditation:

1.    FIFA Media Channel account: Media representatives who do not have an approved FIFA Media Channel account can submit a registration form by visiting http://media.fifa.com/registration. Approval to access the FIFA Media Channel does not mean you have been granted accreditation.

2.    Transmission of the accreditation form: Please complete the media accreditation form on the FIFA Media Channel and submit it to media-fcwc@moroccoloc.ma. All applications are subject to confirmation. Confirmation will NOT be on a first-come, first-served basis. Successful applicants will be notified and provided with further information in due course. Furthermore, please be advised that international applicants are responsible for arranging their own visas.

You can visit http://www.FIFA.com/clubworldcup for further information on the tournament and click here to see the match schedule.

 

SOURCE 

International Federation of Football Association (FIFA)

Posted by: APO | 29 September 2014

Winners of 2014 APO Media Award announced


Winners of 2014 APO Media Award announced

With a total endowment of $15,000, the APO Media Award is one of Africa’s most important media awards

DAKAR, Senegal, September 29, 2014/African Press Organization (APO)/ APO (African Press Organization) (http://www.apo-opa.com), the sole press release newswire in Africa and the global leader in media relations relating to Africa, today announced the three winners of the 2014 APO Media Award (#APOMediaAward), which celebrates brilliant and inspiring stories about Africa.

With a total endowment of $15,000, the APO Media Award is one of Africa’s most important media awards.

Photos of the winners: http://goo.gl/xzPgf9

APO logo: http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/logos/apo-african-press-organization-small.png

Photo: http://www.photos.apo-opa.com/index.php?level=picture&id=782
(Nicolas Pompigne-Mognard, Founder and CEO of APO (African Press Organization)

The first-place winner of the 2014 APO Media Award is Ms Sumitra Nydoo (@sumitranydoo), Business Correspondent South Africa at China Central Television (CCTV Africa), for her piece entitled “South Africa’s Wonderbag Revolutionizes Cooking” (http://bit.ly/1qvB9SW).

Sumitra Nydoo will receive $500 a month for one year, a laptop and an intercontinental flight ticket to a destination of her choice as well as one year’s access to over 600 airport VIP lounges worldwide.

The second-place winner is Mr Pius Sawa (@kharunda), Reporter for Thomson Reuters Foundation in Kenya, for his piece entitled “Cheap, green solar bottles light up Kenyan slum” (http://tmsnrt.rs/1rNAlco).

Pius Sawa will receive $300 a month for one year.

The third-place winner is Ms Kristia Van Heerden (@k_r_isis), Editor at Finweek (South Africa), for her piece entitled “How the poor can make you rich” (http://bit.ly/ZcqRgm).

Kristia Van Heerden will receive $200 a month for one year.

“APO was very impressed by the quality of the entries. Judging was an incredibly difficult process but we were unanimous in our conclusion that Sumitra Nydoo, Pius Sawa and Kristia Van Heerden were the worthy winners. On behalf of APO, and personally, I would like to express my warmest congratulations to these three very talented journalists,” stated Nicolas Pompigne-Mognard, Founder and CEO of APO (African Press Organization).

About the APO Media Award: http://www.apo-opa.com/apo-media-award.php

Follow APO on Twitter: https://twitter.com/apo_source

Follow the hashtag: #APOMediaAward

Contact:

Aïssatou Diallo

bdm@apo-opa.org

+41 22 534 96 97

About APO

APO (African Press Organization) (http://www.apo-opa.com) is the sole press release newswire in Africa and is a global leader in media relations relating to Africa.

With offices in Senegal, Switzerland, Dubai, Hong Kong, India and Seychelles, APO owns a media database containing over 100,000 contacts and is the main online community for Africa-related news.

It offers a complete range of services, including press release distribution and monitoring, online press conferences, interactive webcasts, media interactions, strategic advice, public diplomacy, government relations and events promotion. To find out more, please visit http://www.apo-opa.com.

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APO (African Press Organization)


APO dévoile les noms des gagnants du Prix des Médias APO 2014

Avec une dotation totale de 15.000 Dollars, le Prix des Médias APO est l’un des plus important d’Afrique

DAKAR, Sénégal, 29 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ APO (African Press Organization) (http://www.apo-opa.com), le seul réseau de diffusion de communiqués de presse en Afrique, et le leader mondial des relations presse en lien avec l’Afrique, a dévoilé aujourd’hui les noms des trois gagnants du Prix des Médias APO 2014 (#APOMediaAward), qui récompense des travaux journalistiques remarquables et passionnants consacrés à l’Afrique.

Avec une dotation totale de 15.000 Dollars, le Prix des Médias APO est l’un des plus important d’Afrique.

Photos des gagnants : http://goo.gl/xzPgf9

Logo APO : http://www.photos.apo-opa.com/plog-content/images/apo/logos/apo-african-press-organization-small.png

Photo : http://www.photos.apo-opa.com/index.php?level=picture&id=782
(Nicolas Pompigne-Mognard, fondateur et PDG d’APO (African Press Organization)

La première place du Prix des Médias APO 2014 est attribuée à Melle Sumitra Nydoo (@sumitranydoo),  journaliste économique, correspondante en Afrique du Sud de la China Central Television (CCTV Africa), pour son reportage intitulé “South Africa’s Wonderbag Revolutionizes Cooking” (http://goo.gl/I4VpsW).

Sumitra Nydoo recevra une somme de 500 dollars par mois pendant un an, un ordinateur portable et un billet d’avion intercontinental vers une destination de son choix, ainsi que l’accès, pendant une année entière, à plus de 600 salons VIP d’aéroport à travers le monde.

Le seconde place est attribuée à M. Pius Sawa (@kharunda), reporter au sein de la Thomson Reuters Foundation au Kenya, pour son article intitulé “Cheap, green solar bottles light up Kenyan slum” (http://goo.gl/FCRRNo).

Pius Sawa va recevoir une somme de 300 dollars par mois pendant un an.

La troisième place est attribuée à Melle Kristia Van Heerden (@k_r_isis),  journaliste à Finweek (Afrique du Sud), pour son article intitulé “How the poor can make you rich” (http://goo.gl/QKvW8A).

Kristia Van Heerden se verra quant à elle attribuer une somme de 200 dollars par mois pendant un an.

“Nous avons été très impressionnés par la qualité des candidatures. Il nous a été très difficile de départager les candidats, mais nous avons été unanimes à considérer que Sumitra Nydoo, Pius Sawa and Kristia Van Heerden méritaient de remporter le Prix des Médias APO 2014.

J’adresse, au nom de APO, ainsi qu’en mon nom personnel, mes très sincères et chaleureuses félicitations à ces trois talentueux journalistes,” a déclaré le fondateur et PDG d’APO (African Press Organization), Nicolas Pompigne-Mognard.

A propos du Prix des Médias APO: http://goo.gl/9zTzBr

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À propos d’APO

APO (African Press Organization) (http://www.apo-opa.com) est le seul réseau de diffusion de communiqués en Afrique et le leader mondial des relations de presse concernant l’Afrique.

Avec des bureaux au Sénégal, en Suisse, à Dubaï, à Hong Kong, en Inde et aux Seychelles, APO possède une base de données médias de plus de 50 000 contacts et est la principale communauté en ligne d’actualités relatives à l’Afrique.

Elle propose une gamme complète de services parmi lesquels la distribution et la veille de communiqués de presse, les conférences de presse en ligne, le webcast interactif, les interactions avec les médias, mais également le conseil stratégique, la diplomatie publique, les relations avec les gouvernements et la médiatisation d’événements. Pour tout complément d’information, nous vous invitons à visiter notre site à l’adresse : http://www.apo-opa.com.

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SOURCE

APO (African Press Organization)


 

Réunion de haut niveau aux Nations unies sur la riposte à l’épidémie de maladie du virus Ebola

 

NEW YORK, 29 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ Remarques de M. Elhadj As Sy

Secrétaire général

Fédération internationale des Sociétés de la Croix-Rouge et du Croissant-Rouge (FICR)

 

•    Dans sa progression à travers la Guinée, la Sierra Leone et le Liberia, Ebola s’est heurté à nous: la FICR, avec 25 000 volontaires de la Croix-Rouge sur le terrain et trois Sociétés nationales appuyées par un Mouvement regroupant 189 Sociétés nationales, 17 millions de volontaires et le Comité international de la Croix-Rouge.

 

•    La Croix-Rouge et le Croissant-Rouge sont présents depuis le début de la crise. Nous avons mobilisé et formé quelque 5000 volontaires et déployé 137 délégués internationaux pour accomplir ce que nous pensions devoir être nos tâches essentielles: aménager un hôpital de campagne, aider à localiser les personnes ayant été en contact avec des malades, et diffuser des informations parmi les communautés locales.

 

•    Mais, bientôt, la réalité nous a rattrapés et notre humanité a été sollicitée également par la brutale hausse de la mortalité et le devoir d’assister les défunts et leurs proches dans le respect et la dignité.

 

•    Nous avons depuis lors assis notre réputation dans la «gestion des cadavres»; mais nous ne «gérons» pas les cadavres – nous accompagnons, dans le respect et la dignité, nos frères humains décédés et aidons à préparer les dépouilles mortuaires et à en disposer conformément aux rites et traditions locaux. Nous ne gérons pas les «cadavres», car, selon les croyances et cultures en vigueur dans cette région de l’Afrique occidentale – d’où je suis moi-même originaire – nos défunts ne sont pas regardés comme véritablement morts. Un lien continue d’unir ceux qui sont partis et ceux qui restent, nos chers disparus restent à jamais présents dans nos coeurs. C’est dans cet esprit que nous accomplissons notre tâche.

 

•    Nous, membres de la Croix-Rouge, avons ainsi accompagné et enseveli de manière sécurisée 1353 corps à ce jour; en Guinée, nous avons pris en charge les sépultures de la quasi totalité (97%) des victimes d’Ebola.

 

•    Nos résultats ne peuvent pas se mesurer au nombre des personnes que nous enterrons. Nous devons assurer de meilleurs services de prévention et de soins plus rapidement, et la mesure de notre succès doit être la diminution du nombre de décès et de corps à ensevelir.

 

•    Notre centre de traitement en Sierra Leone, aux côtés de MSF, ne suffit pas! Nous, Croix-Rouge, devons faire davantage, et avec votre appui, nous le pouvons.

 

•    Nous devons nous engager dans des efforts d’apaisement social et de réconciliation. Les individus et les communautés ne comprennent pas que nous les exhortions à nous abandonner le soin de leurs parents et amis, que nous les mettions à l’isolement pour les soigner, puis que nous rendions – dans plus de 80% des cas – des morts que nous interdisons aux gens de toucher, de laver, de garder auprès d’eux le temps des rites funéraires traditionnels. Ils ne peuvent comprendre cela, et nos employés et volontaires qui sont en première ligne paient déjà un prix énorme pour cette réaction humaine et ce manque de compréhension parfaitement normaux de la part des familles et communautés affectées.

 

•    Telle est la réalité d’Ebola, Monsieur le secrétaire général, une réalité très difficile à communiquer tant qu’on ne l’a pas côtoyée, une réalité difficile à admettre jusqu’à ce que, par malheur, un ami, un frère ou une soeur soit personnellement touchée.

 

•    Nous, à la Croix-Rouge, devons faire davantage et nous le pouvons; mais, pour cela, nous avons besoin de votre solidarité et de votre concours.

 

•    Quand Ebola s’en ira de la région – et j’espère que ce jour est proche – nos 25 000 volontaires et nos trois Sociétés nationales resteront et continueront d’aider les individus et les communautés à faire face aux défis et difficultés du moment.

 

•    Le Mouvement de la Croix-Rouge et du Croissant-Rouge sera toujours présent à vos côtés!

 

Merci beaucoup

 

SOURCE 

International Federation of Red Cross and Red Crescent Societies (IFRC)


 

Financiamento Co-financiamento Projecto desenvolvido por Lançamento do Observatório dos Direitos Humanos na Guiné-Bissau

 

BISSAU, Guinea Bissau, September 29, 2014/African Press Organization (APO)/ — A Delegação da União Europeia junto da República da Guiné-Bissau e o Observatório dos Direitos Humanos assinalam o lançamento do Observatório dos Direitos Humanos, cuja apresentação terá lugar no próximo 30 de Setembro, pelas 9h00, na Casa dos Direitos em Bissau.

O projecto do Observatório dos Direitos, que tem uma duração de 36 meses, pretende contribuir para desenvolver uma cultura de respeito pelos direitos humanos no país com base numa iniciativa cidadã de advocacia e monitoramento. O financiamento é da União Europeia, cerca de 200 milhões de Francos CFA, através do seu Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos, e pelo Camões – Instituto da Cooperação e da

Língua, cerca de 30 milhões de Francos CFA.

A execução está confiada à Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), em parceria com a ONG portuguesa Associação para a Cooperação entre os Povos (ACEP) e com o Centro de Estudos sobre África, Ásia e América Latina (CEsA) da Universidade de Lisboa.

O lançamento permitirá apresentar o processo de criação do Observatório desde a sua concepção, incluindo a construção da metodologia de trabalho, o estabelecimento e a formação da equipa a nível nacional, assim como os primeiros resultados da recolha de dados efectuada no terreno. Além disso, serão apresentadas as reflexões no domínio da construção de estratégias de comunicação sobre os direitos humanos e na área da realização de um estudo-diagnóstico sobre as competências da sociedade civil no que diz respeito à sensibilização e à advocacia nas questões relacionadas aos direitos humanos. Serão também tratadas as questões relativas ao trabalho do Observatório com os órgãos da comunicação social e à relação entre jornalismo, ética e direitos humanos, em previsão também do futuro anúncio de um Prémio anual de jornalismo na vertente dos direitos humanos.

De acordo com o Embaixador da União Europeia na Guiné-Bissau, Joaquín González-Ducay, “o Observatório dos Direitos chega num período crucial da história do país. Esta iniciativa permitirá aumentar a circulação das informações e o nível de conhecimento sobre o respeito efectivo dos direitos humanos em todas as regiões do país, permitindo assim trabalhar conjuntamente com as autoridades para definir medidas adequadas de protecção dos

cidadãos mais vulneráveis”.

Para o presidente da LGDH, Luís Vaz Martins, “o Observatório dos Direitos constitui uma luz de esperança num contexto de negação de direitos e de falta de informação consistente sobre essa realidade. É, por isso, o visto para a concretização de um sonho, que vem responder a expectativas que vão para lá do mero reconhecimento, e contribuem para a efectiva realização dos direitos”.

O investigador do CEsA, Prof. Carlos Sangreman, que dinamizou o processo de construção metodológica do Observatório e a formação das antenas regionais, afirmou que “este projecto constitui uma inovação na forma da obtenção de dados fiáveis e credíveis sobre os direitos humanos em todo o país, recolhidos directamente por inquiridores residentes nas áreas geográficas e tratados centralmente, em Bissau, de forma a serem comparáveis”.

 

SOURCE 

European Commission


 

Déclaration du Président du Conseil européen Herman Van Rompuy suite à la rencontre avec le Premier Ministre du Mali Moussa Mara

 

BRUXELLES, Royaume de Belgique, 29 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ Déclaration du Président du Conseil européen Herman Van Rompuy suite à la rencontre avec le Premier Ministre du Mali Moussa Mara

 

C’était un grand plaisir d’accueillir aujourd’hui à Bruxelles le Premier Ministre du Mali, Son Excellence Moussa Mara. Avec cette réunion se poursuit la grande régularité de nos rencontres avec les autorités maliennes. La semaine dernière, j’ai parlé à New York avec le président du Mali, Son Excellence Monsieur Ibrahim Boubacar Keita. Et plus tôt dans l’année, j’ai eu l’occasion de visiter le Mali et de voir personnellement les défis auxquels le pays est confronté.

Aujourd’hui, nous avons eu une discussion franche sur les questions les plus pressantes au Mali.

Le pays continue à faire face à de graves défis dans le domaine de la sécurité et du développement socio-économique. Le FMI vient de terminer une mission d’examen à Bamako. La mise en œuvre de mesures correctives discutées avec le Fonds afin d’améliorer la gouvernance économique au Mali, facilitera la continuation de l’aide budgétaire apportée par l’Union européenne.

En ce qui concerne la situation dans le Nord, nous avons tous deux exprimé notre préoccupation concernant les attaques contre les forces de maintien de la paix des Nations Unies MINUSMA, et l’insécurité générale dans la région. Nous avons convenu qu’accélérer les pourparlers à Alger avec les différents groupes était essentiel pour identifier une solution durable. J’ai assuré au Premier Ministre que l’Union européenne restera engagée dans ce processus et soutiendra la mise en œuvre d’un accord de paix durable.

La stabilisation et le développement du Mali restent un défi sur le long terme. L’Union européenne salue les efforts que le Mali s’engage à faire pour y parvenir. Ce seront des reformes difficiles mais nécessaires pour un futur meilleur pour le pays. L’Union se tient aux côtés du Mali et du peuple malien pour les aider à les mener à bien.

Comme vous le savez, l’appui de plus de 520 million d’euros, prévu par l’Union européenne pour le Mali lors de la conférence des donateurs de Bruxelles en 2013 et dans le cadre du Fonds européen de développement, est seulement l’expression tangible de notre solidarité et de notre amitié avec le Mali et le peuple malien.

 

SOURCE 

European Council


 

Additif agenda du Président de la République – Entretien avec M. Alpha CONDE, Président de la République de Guinée Conakry

 

PARIS, France, 29 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ ADDITIF AGENDA

 

LUNDI 29 SEPTEMBRE

 

18h30 Entretien avec M. Alpha CONDE, Président de la République de Guinée Conakry

 

 

Cour ouverte / Tour d’image

Suivi d’une déclaration conjointe à la presse

 

SOURCE 

Présidence de la République française

Posted by: africanpressorganization | 29 September 2014

Soudan du Sud – Préoccupation concernant le risque de famine (29 septembre 2014)


 

Soudan du Sud – Préoccupation concernant le risque de famine (29 septembre 2014)

 

PARIS, France, 29 septembre 2014/African Press Organization (APO)/ Quai d’Orsay – Déclarations du porte-parole – 29 septembre 2014

 

La France exprime sa profonde préoccupation face au risque de famine dû au conflit armé au Soudan du Sud. Ce risque met directement en péril deux millions de personnes dont plus de 50 000 enfants, selon les Nations unies et le comité international de la croix rouge.

 

Il est essentiel que les parties au conflit autorisent un accès libre à l’ensemble des populations afin de permettre la distribution de l’aide alimentaire, conformément au droit international humanitaire.

 

La France réitère sa disposition à adopter au conseil de sécurité des Nations unies des mesures restrictives à l’encontre de ceux qui font obstacle à la recherche d’une solution pacifique à ce conflit.

 

SOURCE 

France – Ministry of Foreign Affairs

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